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gaivota A Gaivota que não queria ser

Era uma vez uma gaivota que gostava de ser pomba. Dizia ela que as gaivotas não servem para nada, ao passo que as pombas sempre servem para alguma coisa. – Levam cartas, mensagens, avisos de um lado para o outro – explicava ela às outras gaivotas. – São as pombas ou os pombos-correios. – Também há quem as cozinhe com ervilhas – interrompeu-a uma

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duende mercearia O Duende da Mercearia

Era uma vez um estudante, um autêntico estudante; vivia num sótão e não possuía nada. E era uma vez um merceeiro, um autêntico merceeiro; vivia no rés-do-chão e era dono do prédio inteiro. E foi por isso que o duende decidiu morar com o merceeiro. Além disso, todos os Natais recebia uma tigela de papa de aveia com um grande pedaço de manteiga lá

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pequena sereia A Pequena Sereia

Muito longe da terra, onde o mar é muito azul, vivia o povo do mar. O rei desse povo tinha seis filhas, todas muito bonitas, e donas das vozes mais belas de todo o mar, porém a mais moça se destacava, com sua pele fina e delicada como uma pétala de rosa e os olhos azuis como o mar. Como as irmãs, não tinha

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fadinha curiosa A Fadinha Curiosa

Era uma vez, uma linda fada chamada Clarisse. Ela vivia na Fairyland, terra de muitos encantos e fantasia. As flores tinham vida própria e conversavam com as fadas, as nuvens eram de algodão doce para que as fadinhas pudessem se deliciar, os animais cantavam lindas músicas para alegrar os moradores e as árvores ajudavam a vigiar as crianças para que nada de mau lhes

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animais4 Pedro e os Animais

Era uma vez quatro irmãos que viviam numa fazenda com seus pais. Pedro era o filho mais velho de 12 anos, Antônio tinha 10 anos, João tinha 8 e Francisca era a caçula de 6 anos. Eles adoravam brincar de correr atrás dos animais quando não estavam na escola. Antônio e João, às vezes costumavam pisar no rabo dos gatos da fazenda ou até

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apenas um rapaz Apenas um Rapaz

Era uma vez um rapaz bravio que gostava de pregar partidas e fazer malandrices, só por embirração. Era muito antipático este rapaz. Mas emendou-se. Eu conto como foi. Um dia, por maldade, deu-lhe na cabeça atormentar uma pobre velhota, que vivia numa casinha pobre, à beira do povoado. Foi para uma pedreira que havia perto e pôs-se a atirar pedras e pedregulhos, que iam

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La rana que quizo ser grande como el buey A Rã e o Touro

Uma tarde, andava um grande Touro passeando ao longo da água, e vendo-o a Rã tão grande, tocada de inveja, começou a comer, e a inchar-se com vento, e perguntava às outras rãs se era já tão grande como parecia? Responderam elas: Não!!! Pensa a Rã segunda vez, e põe mais força por inchar; e aborrecida por faltar muito para se igualar o Touro

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la-liebre-y-la-tortuga A Lebre e a Tartaruga

“Apostemos, disse à lebre A tartaruga matreira, Que eu chego primeiro ao alvo Do que tu, que és tão ligeira!” Dado o sinal da partida, Estando as duas a par, A tartaruga começa Lentamente a caminhar. A lebre, tendo vergonha De correr diante dela, Tratando uma tal vitória De pêta ou de bagatela, Deita-se, e dorme o seu pouco; Ergue-se, e põe-se a observar

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raposa-500px A Raposa sem rabo

Uma ladina Raposa Caiu em certa armadilha, (Que sempre as tece o Diabo!) E foi grande maravilha Ficar apenas sem rabo: Com tal perda envergonhada, De a coonestar busca a ideia; E as sócias vendo uma vez Juntas em grande assembleia, Lhes disse muito cortês: – Sabei que os cães destes sítios, – Que há dias tenho encontrado – Por esta campina toda, –

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soldado_joao (8) O Soldado João

Era uma vez um soldado chamado João. Vinha de sachar milho, de regar cravos, de semear couves e manjericos. Agora, toca a marchar, de espingarda ao ombro, mochila às costas, botas de cano, farda a rigor. Pelos campos fora, o soldado João era a vergonha dos batalhões. Trazia uma flor ao peito, punha as mãos nas algibeiras, coçava o nariz, não acertava o passo.

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