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A Roupa do Rei

Era uma vez um tão vaidoso de sua pessoa que só faltava pisar por cima do povo. Certa vez procuram-no uns homens que eram tecelões maravilhosos e que fariam uma roupa encantada, a mais bonita e rara do mundo, mas que só podia ser enxergada por quem fosse filho legítimo. O rei achou muita graça na proposta e encomendou o traje, dando muito dinheiro

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musicos bremen Os Musicos de Bremem

Era uma vez um burro que durante muitos anos tinha trabalhado para um moleiro, transportando pesados sacos de grão. Mas agora já estava velho e sem força. O seu patrão, pensando que o burro já não sevia para nada, nunca mais lhe deu de comer. O burro que não queria morrer à fome resolveu fugir. “Vor para Bremen, a cidade dos músicos!”, pensou. “Já

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uma-flor-chamada-jasmim- Rainha da Primavera

Numa terra muito distante chamada Florislândia, havia todos os tipos de flores, de todas as idades e de todos os estilos. As mais velhas eram mais sábias e cuidavam das mais jovens, as mais novas costumavam ser mais vaidosas e viviam enfeitando suas pétalas. As flores mães cuidavam das tarefas do lar e dos filhos, os pais saíam para trabalhar nas plantações de novas

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ZORRA-FABULA A Raposa e as Uvas

Certa raposa matreira, que andava à toa e faminta, ao passar por uma quinta, viu no alto da parreira um cacho de uvas maduras, sumarentas e vermelhas. Ah, se as pudesse tragar! Mas lá naquelas alturas não as podia alcançar. Então falou despeitada: – Estão verdes essas uvas. Verdes não servem pra nada! Como não cabem quatro mãos em duas luvas, há quem prefira

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princess A Princesa e a ervilha

Era uma vez um príncipe que queria casar com uma princesa — mas tinha de ser uma princesa verdadeira. Por isso, foi viajar pelo mundo fora para encontrar uma, mas havia sempre qualquer coisa que não estava certa. Viu muitas princesas, mas nunca tinha a certeza de serem genuínas havia sempre qualquer coisa, isto ou aquilo, que não parecia estar como devia ser. Por

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cotovia A Cotovia e os Filhos

Uma idosa cotovia, Na meiga flórea estação, Foi mais tardia que as outras Na sua propagação; Entre um pingue seara; Que estava quase madura, Tinha arranjado o seu ninho E feito a sua postura; Já pelos ares se viam De novas aves cardumes, E inda os filhos da ronceira Estavam todos implumes. Já seca a seara estava, E o dono da sementeira, Vindo vê-la

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animais4 Pedro e os Animais

Era uma vez quatro irmãos que viviam numa fazenda com seus pais. Pedro era o filho mais velho de 12 anos, Antônio tinha 10 anos, João tinha 8 e Francisca era a caçula de 6 anos. Eles adoravam brincar de correr atrás dos animais quando não estavam na escola. Antônio e João, às vezes costumavam pisar no rabo dos gatos da fazenda ou até

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ra e rato A Rã e o Rato

Quem quer embaçar os outros Muita vez fica embaçado; Afirmando esta sentença Merlim foi inspirado. Um rato, a estourar de gordo, Pois quaresmas não guardava, À margem de uma lagoa Seus pesares espalhava. Certa rã se lhe aproxima E lhe diz no seu calão; “Vinde a casa visitar-me; Dar-vos-ei uma função!” O rato aceita, de pronto, Sem cerimónia fazer; As vantagens do passeio Põe-se

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gato O Gato das Botas

Há muito tempo atrás morreu um moleiro que tinha três filhos. Era pobre, mas deixou uma coisa para cada um. O mais velho herdou o moinho, o filho do meio um burro e o mais novo um gato. O mais velho tornou-se moleiro como o pai, o segundo partiu na garupa do burro à procura de fortuna e o mais novo sentou-se a chorar.

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serpiente-b5 A Serpente Branca

Há muitos e muitos anos, vivia um rei muito celebrado por sua sabedoria. Nada era oculto para ele. Era como se o conhecimento das coisas mais secretas chegasse até ele pelo ar. Mas tinha um estranho costume. Quando a refeição do meio-dia acabava, a mesa era tirada e não havia mais ninguém presente, um criado de confiança lhe trazia um prato a mais. Esse

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