Charles Perrault




Charles Perrault nasceu a 12 de Janeiro de 1628, na capital francesa, Paris. Aluno dedicado, formou-se em direito, no ano de 1651 e foi um dos criadores da Academia Francesa de Ciências. Em 1671, foi convidado para participar na Academia Francesa de Letras. Perrault ficou conhecido após publicar histórias populares e com uma linguagem simples, que faziam parte do folclore europeu.

O seu livro mais famoso é o “Contos da Mãe Gansa”, que foi publicado em 1697. Nele havia os contos “A gata borralheira”, “O gato de botas”, “Chapéuzinho vermelho”, “Barba Azul”. O livro chama a atenção pelo fato de os personagens principais, apesar de pequenos e indefesos, vencerem o mal usando a inteligência. É notável o confronto entre o bom e o mau, os bonitos e feios, os fortes e os fracos. Foi com esta obra que Perrault inaugurou o género conhecido por “Contos de Fadas”.

Perrault, membro da alta burguesia, escrevia de forma simples e fluente, as suas histórias eram adaptações de outras histórias, mas que continham discretamente conceitos morais. Quase 200 anos depois, as suas histórias seriam re-escritas por dois irmãos, tornando-se conhecidas mundialmente. Perrault faleceu em maio de 1703

O Barba Azul

Um homem muito rico e poderoso que vivia sozinho num grande palácio. Chamavam-lhe Barba Azul porque tinha uma longa e estranha barba azul-escura. Por causa disso, o seu aspecto era sombrio e todos tinham medo dele. Um dia, o Barba Azul foi visitar uma senhora que vivia próximo do seu palácio e pediu em casamento a sua filha mais nova, que era uma jovem

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O Polgarzinho

Era uma vez um casal de lenhadores que vivia num país distante e que tinha sete filhos. O mais pequeno nasceu tão pequenino como o dedo polegar de uma mão e, por isso, chamavam-lhe Polegarzinho. Era uma família muito pobre e, naquele ano, não havia na floresta lenha para cortar. Cheio de pena o pai disse, certa noite, à mulher: -Os pobrezinhos dos nossos

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As Fadas

Era uma vez uma viúva que tinha duas filhas. A mais velha parecia-se tanto com ela, no humor e de rosto, que quem a via, olhava para a própria mãe. Mãe e filha eram tão desagradáveis e orgulhosas que ninguém as suportava. A filha mais nova, que era o retrato do pai, pela doçura e pela educação, era, ainda por cima, a mais linda

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A princesa pele de asno

Era uma vez um boníssimo rei, a quem o povo muito amava e os vizinhos muito respeitavam, sendo por isso o rei mais feliz do mundo. Além do mais, ele teve a sorte de casar-se com uma princesa linda e igualmente virtuosa que lhe deu apenas uma filha, porém tão encantadora, que os pais viviam num verdadeiro êxtase. No palácio real, havia abundância de

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A Cinderela

A jovem Cinderela cresceu no campo, com o seu pai. Durante o dia montava a cavalo e à noite ouvia histórias fantásticas sobre magia e castelos. O seu pai gostava muito dela, mas sentia-se sozinho. Numa Primavera, casou-se com Lady Tremaine. Cinderela ficou contente com a vinda dela e das filhas, Drizela e Anastácia. Elas, no entanto, não gostavam nada de Cinderela, apesar dela

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O Gato das Botas

Há muito tempo atrás morreu um moleiro que tinha três filhos. Era pobre, mas deixou uma coisa para cada um. O mais velho herdou o moinho, o filho do meio um burro e o mais novo um gato. O mais velho tornou-se moleiro como o pai, o segundo partiu na garupa do burro à procura de fortuna e o mais novo sentou-se a chorar.

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O Capuchinho Vermelho

Era uma vez uma linda menina que vivia numa aldeia do bosque e de quem todos gostavam muito por ser muito boa e simpática. Um dia a mãe fez-lhe um capucho vermelho para ela levar para a escola. No trajecto e como era hábito, a menina cumprimentava os animaizinhos, pois conhecia-os e era amiga de todos. Ao vê-la tão bonita com o seu novo

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