Histórias




Era uma vez, há muitos anos, um menino muito pobre que frequentava a igreja, levando sempre uma roupa muito remendada e uns sapatos gastos. Certo dia, um homem sem fé, que o via passar todos os domingos diante de sua casa, quis brincar com ele.
Quando regressava da igreja, perguntou-lhe:

— Olha lá, menino, tu acreditas mesmo em Deus?

A criança respondeu:

— Sim, acredito que Deus existe e que nos ama muito.

— E achas que Ele é mesmo teu amigo, que gosta muito de ti?

— Sim. E o meu maior amigo.

— Então, se Ele é teu grande amigo, por que e que não te dá uma roupa melhor e não te ajuda a comprar uns sapatos novos? O menino, com um olhar de tristeza, olhou bem para esse homem ateu e disse-lhe:

— Certamente que Deus encarregou alguém neste mundo de fazer isso para mim. Mas esse alguém ainda não me viu ou não me quis ver.

Há orações que pedem a Deus para dar de comer aos famintos, roupa aos que têm frio, habitação aos sem lar. Mas a oração, se é cristã, encarrega-nos a sermos nós a arregaçar as mangas e a trabalhar pela justiça e pela solidariedade.

poor girl - O Menino Pobre O Menino Pobre

Era uma vez, há muitos anos, um menino muito pobre que frequentava a igreja, levando sempre uma roupa muito remendada e uns sapatos gastos. Certo dia, um homem sem fé, que o via passar todos os domingos diante de sua casa, quis brincar com ele. Quando regressava da igreja, perguntou-lhe: — Olha lá, menino, tu acreditas mesmo em Deus? A criança respondeu: — Sim,

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por escrever o titulo - Os Cegos Os Cegos

Era uma vez uma cidade onde todos os habitantes eram cegos. Passou por ali um rei que trazia consigo um grande e imponente elefante. Foi um grande acontecimento, pois nunca naquelas paragens tinha estado um elefante. Três pessoas aproximaram-se com o desejo de conhecer esse animal. Como eram cegos, quiseram apalpá-lo. E uns tocaram num membro, outros noutro, ficando cada qual a conhecer apenas

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8222301 stress - O Stress O Stress

Carlos, pai de família, há tempos que andava muito irritado. A esposa, preocupada com a saúde do marido, pedia-lhe que fosse consultar o médico. Temendo que ele lhe diagnosticasse alguma doença grave, Carlos ia adiando a ida ao médico. Acabou por se encher de coragem e ir. Regressou a casa com um rosto tranquilo c um sorriso nos lábios, o que não acontecia há

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porquinho - A História do Compadre Pobre e o Compadre Rico A História do Compadre Pobre e o Compadre Rico

Moravam numa aldeia dois compadres. Um era pobre e o outro rico, mas muito miserável. Naquela terra era uso todos quantos matavam porco dar um lombo ao abade. O compadre rico, que queria matar porco sem ter de dar o lombo, lamentou-se ao pobre, dizendo mal de tal uso. Este deu-lhe de conselho que matasse o porco e o dependurasse no quintal, recolhendo-o de

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la bella durmiente 500x395 - A Bela Adormecida A Bela Adormecida

Naquele grande reino, ao nascer um novo dia, nasceu também uma princesa, a quem puseram o nome de Aurora. Para o baptizado foram convidadas três fadas madrinhas: FLORA, FAUNA e PRIMAVERA. A meio dos festejos, FLORA concedeu à princesa o dom da beleza; FAUNA, o da música. E quando a fada PRIMAVERA se acercava do berço, para também fazer a sua oferta, foi subitamente

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extraterrestre - O Extraterrestre, o Feiticeiro e o Monstro O Extraterrestre, o Feiticeiro e o Monstro

Uma vez, há muito, muito tempo, aconteceu algo de invulgar. Um extraterrestre, daqueles vulgares que estamos habituados a imaginar, visitou a Terra. Mas fê-lo com um propósito. Veio em busca da sua pomba que fugiu, enquanto o extraterrestre puxava lustro à sua nave. Chegou vestido de soldado, para não levantar suspeitas. Como era muito sociável, rapidamente encontrou um pequeno feiticeiro, mais ou menos da

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As duas rãs - As Duas Rãs As Duas Rãs

O Verão tinha sido tão quente naquele ano, que as lagoas e os ribeiros secaram todos. Tudo se mirrava esbraseado pelo sol e não havia humidade em parte alguma. Aflitas com a grande seca, não podendo viver assim, duas rãs decidiram ir à procura de qualquer sítio húmido ou de um charcozinho. E depois de muito andarem e de apanharem muito sol, deram com

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dilenia bolo assado no prato - O Bolo O Bolo

Um cristão e um ateu encontraram-se à mesma mesa do restaurante. A conversa passou da meteorologia para o futebol, e parou na religião. O ateu afirmava categoricamente: — Eu não acredito em coisas que não entendo. Vós, os cristãos, respondeis frequentemente às nossas per- guntas acerca de Deus e da religião, dizendo que e um mistério, que não se pode compreender. Eu só aceito

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estudando menino ler - O estudo O estudo

Um velho chinês, rico mas analfabeto, tinha às suas ordens um músico cego. Disse ao seu empregado: — Já tenho setenta e três anos e continuo analfabeto. Poderia começar a estudar mas já é demasiado tarde. O músico sugeriu-lhe: — Por que não acende uma vela? Sem perceber o que o empregado músico queria dizer, o velho chinês, aborrecido, respondeu: — Como é que

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pequena sereia - A Pequena Sereia A Pequena Sereia

Muito longe da terra, onde o mar é muito azul, vivia o povo do mar. O rei desse povo tinha seis filhas, todas muito bonitas, e donas das vozes mais belas de todo o mar, porém a mais moça se destacava, com sua pele fina e delicada como uma pétala de rosa e os olhos azuis como o mar. Como as irmãs, não tinha

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