Histórias




A Rã e o Touro

Uma tarde, andava um grande Touro passeando ao longo da água, e vendo-o a Rã tão grande, tocada de inveja, começou a comer, e a inchar-se com vento, e perguntava às outras rãs se era já tão grande como parecia? Responderam elas: Não!!! Pensa a Rã segunda vez, e põe mais força por inchar; e aborrecida por faltar muito para se igualar o Touro

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Lenda do Coelho da Páscoa

Perto da casa do menino Jesus, um passarinho construiu seu ninho. Todas as manhãs, Jesus era acordado pelo alegre e bom canto da avezinha. Certa manhã, porém, ele foi acordado pelo piar aflito do passarinho. Jesus espiou e viu que a mãe passarinho chorava desconsolada, pois a raposa havia roubado os seus ovinhos. O menino Jesus ficou triste e saiu pelo campo, pedindo aos

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As Rosas

Os habitantes daquela terra não sabiam o que eram rosas. Um dia, apareceu lá um peregrino que lhes falou com tanto entusiasmo das rosas, que todos ficaram com imenso desejo de as conhecer. O peregrino regressou à sua terra e voltou trazendo rosas. Porém, como o caminho era longo, as rosas murcharam e o vento levou as suas pétalas. O peregrino regressou de novo

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Anita perdeu o seu cão Pantufa

A Anita vive no Edifício dos Abetos com o seu cão Pantufa, que acabou de perder. À frente do prédio há um parque de estacionamento, alguns bancos e espaços verdes. É aqui que as crianças brincam. Andam de bicicleta, de patins e jogam à macaca. A Anita e o Pedro moram no 3º e o Luís no 4º andar. Na entrada do prédio encontram

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MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO

MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO Quando era criança, na noite de Natal, eu e o meu irmão partia-mos nozes e avelãs no chão de cimento da cozinha, à luz do candeeiro, enquanto a minha mãe se ocupava das coisas que as mães fazem. Depois, quando o meu pai chegava, jantava-mos como sempre e seguia-se, propriamente, a cerimónia de Natal. Naquela noite o meu pai

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O ramo de flores

A velhinha, de rosto sereno e tranquilo, desde que morrera o seu marido, passou a viver numa residência para idosos. Não tinha nenhum parente com quem pudesse viver. As pessoas constatavam que, na época do Natal, aquela mulher recebia sempre uma encomenda e um ramo de flores. Abria-a com alegria diante das colegas e dizia sempre estas palavras: — Estais a ver? Ele mais

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A árvore

Era uma vez uma árvore que, lendo crescido a beira do rio, se sentia mutilo infeliz. Olhava para si própria e chorava a sua triste sorte. Dizia para consigo: — Levo uma vida sem sentido. Sempre parada e sem fazer nada, junto ao rio. Um belo dia, um passarinho poisou num dos seus ramos e cantou-lhe aos ouvidos uma linda canção. A árvore, que

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As cebolas invulgares

O Alfredinho encontrou, no caminho, um cartuchinho de papel. Rapidamente, olhou à sua volta, para ver se vinha algum carro. Então dirigiu-se ao saquinho, agarrou nele, e voltou para a orla do prado. Ali, abriu o cartucho para ver o que continha. “Só cebolas!” exclamou decepcionado. “Duas cebolas castanhas. Vou levá-las à mãe. Talvez possa aproveitá-las para a sopa.” O Alfredo pós o pacote

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O Polipés

Era uma vez um Polipés que morava escondido no Atlântico. Tinha chegado à Terra por acaso, quando brincava no espaço com os seus amigos às escondidas por detrás dos asteróides. Um deles, de seu nome Sirion, que estava com mais pressa, arrastara-o para a Terra. Polipés não tinha tido outra escolha senão esconder-se numa gruta no fundo do oceano, pois desconhecia se poderia confiar

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O copo de leite

Um dia, uma criança muito pobre, cheia de fome, foi bater a uma porta com intenção de pedir comida. Veio atender uma linda e jovem menina. A criança perdeu a coragem e apenas pediu um copo de água. A menina, ao vê-lo com fome, em vez da água, trouxe-lhe um copo de leite. O menino, no final, perguntou-lhe: — Quanto lhe devo? — Nada!

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