Contos Infantis




A Bíblia

Era um homem simples, de sorriso sempre pronto para oferecer, disponível sem enfado para todos. Pelo seu exemplo de homem bom, muita gente vinha ter com ele a pedir conselhos. Falta dizer que era um homem sem grandes riquezas, para além do necessário para viver com dignidade. Sentia-se que era um homem feliz. O segredo da felicidade deste homem simpático e bom só foi

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As Rosas

Os habitantes daquela terra não sabiam o que eram rosas. Um dia, apareceu lá um peregrino que lhes falou com tanto entusiasmo das rosas, que todos ficaram com imenso desejo de as conhecer. O peregrino regressou à sua terra e voltou trazendo rosas. Porém, como o caminho era longo, as rosas murcharam e o vento levou as suas pétalas. O peregrino regressou de novo

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Anita perdeu o seu cão Pantufa

A Anita vive no Edifício dos Abetos com o seu cão Pantufa, que acabou de perder. À frente do prédio há um parque de estacionamento, alguns bancos e espaços verdes. É aqui que as crianças brincam. Andam de bicicleta, de patins e jogam à macaca. A Anita e o Pedro moram no 3º e o Luís no 4º andar. Na entrada do prédio encontram

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MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO

MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO Quando era criança, na noite de Natal, eu e o meu irmão partia-mos nozes e avelãs no chão de cimento da cozinha, à luz do candeeiro, enquanto a minha mãe se ocupava das coisas que as mães fazem. Depois, quando o meu pai chegava, jantava-mos como sempre e seguia-se, propriamente, a cerimónia de Natal. Naquela noite o meu pai

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O ramo de flores

A velhinha, de rosto sereno e tranquilo, desde que morrera o seu marido, passou a viver numa residência para idosos. Não tinha nenhum parente com quem pudesse viver. As pessoas constatavam que, na época do Natal, aquela mulher recebia sempre uma encomenda e um ramo de flores. Abria-a com alegria diante das colegas e dizia sempre estas palavras: — Estais a ver? Ele mais

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A árvore

Era uma vez uma árvore que, lendo crescido a beira do rio, se sentia mutilo infeliz. Olhava para si própria e chorava a sua triste sorte. Dizia para consigo: — Levo uma vida sem sentido. Sempre parada e sem fazer nada, junto ao rio. Um belo dia, um passarinho poisou num dos seus ramos e cantou-lhe aos ouvidos uma linda canção. A árvore, que

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As cebolas invulgares

O Alfredinho encontrou, no caminho, um cartuchinho de papel. Rapidamente, olhou à sua volta, para ver se vinha algum carro. Então dirigiu-se ao saquinho, agarrou nele, e voltou para a orla do prado. Ali, abriu o cartucho para ver o que continha. “Só cebolas!” exclamou decepcionado. “Duas cebolas castanhas. Vou levá-las à mãe. Talvez possa aproveitá-las para a sopa.” O Alfredo pós o pacote

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O Polipés

Era uma vez um Polipés que morava escondido no Atlântico. Tinha chegado à Terra por acaso, quando brincava no espaço com os seus amigos às escondidas por detrás dos asteróides. Um deles, de seu nome Sirion, que estava com mais pressa, arrastara-o para a Terra. Polipés não tinha tido outra escolha senão esconder-se numa gruta no fundo do oceano, pois desconhecia se poderia confiar

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O copo de leite

Um dia, uma criança muito pobre, cheia de fome, foi bater a uma porta com intenção de pedir comida. Veio atender uma linda e jovem menina. A criança perdeu a coragem e apenas pediu um copo de água. A menina, ao vê-lo com fome, em vez da água, trouxe-lhe um copo de leite. O menino, no final, perguntou-lhe: — Quanto lhe devo? — Nada!

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Os Computadores

Era uma vez um homem bom. Morreu e foi bater à porta do Paraíso. Foi atendido por S. Pedro. Utilizou o computador para ver quais os dados referentes à vida deste homem na terra, mas o seu nome não figurava nas listas. Perguntou então a esse homem: — Tu foste baptizado? — Não. — Então não eras cristão. Aqui não há lugar para ti.

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