Contos Infantis




Os passos Os Passos

Era uma vez um eremita que vivia no deserto, entregue ao trabalho e à oração. A sua cela ficava um pouco distante da fonte, onde ia buscar água todos os dias para se lavar e cozinhar. Um dia disse para consigo: «Vou mudar a minha choupana para mais perto da fonte. Assim terei menos trabalho. E até terei mais tempo para a oração». Assim

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corrida sapos Corrida dos Sapinhos

Era uma vez uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande ladeira e, do lado havia uma grande multidão, muita gente que vibrava com eles. Começou a competição. A multidão dizia: -Não vão conseguir!Não vão conseguir! Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo. E a multidão a aclamar: -Não vão conseguir!Não vão conseguir! E os sapinhos

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Rainha -das- Almofadas- de- Carolina- Siqueira -Rogeski -Pereira-galeria-do-texto-infantil Rainha das Almofadas

Eleonor vivia em um reino não tão distante, muito quentinho e confortável, reino que todos conheciam, chamado de Camolândia. Eleonor era princesa deste reino e não havia outro lugar em que ela preferisse estar. Lá ela podia ser o que quisesse, fazer coisas que seriam impossíveis de se fazer em outro lugar qualquer. Eleonor gostava de tudo em seu reino, mas o seu lugar

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romantismo2 A felicidade

Era uma vez um homem cansado de chorar. Decidiu então procurar a felicidade. Olhou à sua volta e viu que a felicidade estava ali mesmo e estendeu a mão para a apanhar. Era uma flor. Apanhou-a mas, quando estava na sua mão, a flor murchou. Era depois um raio de sol. Ergueu os olhos para contemplar a luz, mas esta foi ofuscada por uma

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PáginaÁrvore cópia A Gratidão

Era uma vez uma árvore que vivia solitária numa planície. Um dia, chegou um pássaro carpinteiro para fazer nela um buraco a fim de se acolher. Embora lhe fizessem doer as suas bicadas, deixou que fizesse o ninho no seu tronco. Mais tarde chegou um bando de avezinhas que precisava de descansar. Embora a deixassem toda despenteada e com os seus cantos não a

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CI-Ryan-Snook_Baseball-through-window_s4x3_lg O vidro partido

“Vamos brincar lá para baixo, para o pátio”, disse a Heidi à sua amiguinha Ivone. “Há lá espaço suficiente para podermos atirar com a bola para longe, e correr atrás dela”. A Ivone estava de acordo; por isso lá foram ambas pela escada abaixo, de mão dada. Era realmente um belo campo de jogos. A relva tinha sido cortada rente, e não havia pedras

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esponja A Esponja

No tempo em que até as coisas mais simples falavam, uma esponja e um seixo duro encontraram-se precisamente dentro de um balde de água. A esponja, porque é esponja, começou a beber, a beber cada vez mais água até ficar toda ensopada e cheia de água. Estava mesmo satisfeita. O seixo, que alguém colocara no fundo do balde, não se sabe bem porquê, mantinha-se

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la-bella-y-la-bestia A Bela e o Monstro

Era uma vez um príncipe egoísta que um dia não prestou ajuda a uma velhinha que a solicitou. Só que esta era uma bruxa e gritou uma maldição: – Julgas-me indefesa! Pela tua falta de piedade condeno-te a viver a partir de hoje como uma Besta. A transformação foi imediata! O destino da fera ficaria ligado ao de uma rosa encantada, que viveria até

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house-under-water-550x550 As casas submersas

Um dia, aconteceu algo na aldeia que deixou a todos admirados. Viram que as suas casas se iam afundando pouco a pouco. E o pior era que, cada dia que amanhecia, elas estavam cada vez mais submersas. Não percebiam a razão de ser desse fenómeno. E muito menos percebiam por que é que havia uma casa que não se afundava como as outras. Essa

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festa-para-carnaval Festa de Carnaval

- Porque é que estás a chorar, Susi? – pergunta Jacob. – Porque a Catarina foi horrível para mim – soluça Susi. A coroazinha de papel dourado que tem na cabeça está torta. O rímel escorreu-lhe das pestanas para a cara, e os olhos estão vermelhos de chorar. Jacob tem vontade de dizer: “Tu às vezes também és má para a Catarina.” Mas pensa

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