Contos Infantis




MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO

MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO Quando era criança, na noite de Natal, eu e o meu irmão partia-mos nozes e avelãs no chão de cimento da cozinha, à luz do candeeiro, enquanto a minha mãe se ocupava das coisas que as mães fazem. Depois, quando o meu pai chegava, jantava-mos como sempre e seguia-se, propriamente, a cerimónia de Natal. Naquela noite o meu pai

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O ramo de flores

A velhinha, de rosto sereno e tranquilo, desde que morrera o seu marido, passou a viver numa residência para idosos. Não tinha nenhum parente com quem pudesse viver. As pessoas constatavam que, na época do Natal, aquela mulher recebia sempre uma encomenda e um ramo de flores. Abria-a com alegria diante das colegas e dizia sempre estas palavras: — Estais a ver? Ele mais

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As cebolas invulgares

O Alfredinho encontrou, no caminho, um cartuchinho de papel. Rapidamente, olhou à sua volta, para ver se vinha algum carro. Então dirigiu-se ao saquinho, agarrou nele, e voltou para a orla do prado. Ali, abriu o cartucho para ver o que continha. “Só cebolas!” exclamou decepcionado. “Duas cebolas castanhas. Vou levá-las à mãe. Talvez possa aproveitá-las para a sopa.” O Alfredo pós o pacote

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O Polipés

Era uma vez um Polipés que morava escondido no Atlântico. Tinha chegado à Terra por acaso, quando brincava no espaço com os seus amigos às escondidas por detrás dos asteróides. Um deles, de seu nome Sirion, que estava com mais pressa, arrastara-o para a Terra. Polipés não tinha tido outra escolha senão esconder-se numa gruta no fundo do oceano, pois desconhecia se poderia confiar

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O copo de leite

Um dia, uma criança muito pobre, cheia de fome, foi bater a uma porta com intenção de pedir comida. Veio atender uma linda e jovem menina. A criança perdeu a coragem e apenas pediu um copo de água. A menina, ao vê-lo com fome, em vez da água, trouxe-lhe um copo de leite. O menino, no final, perguntou-lhe: — Quanto lhe devo? — Nada!

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Os Computadores

Era uma vez um homem bom. Morreu e foi bater à porta do Paraíso. Foi atendido por S. Pedro. Utilizou o computador para ver quais os dados referentes à vida deste homem na terra, mas o seu nome não figurava nas listas. Perguntou então a esse homem: — Tu foste baptizado? — Não. — Então não eras cristão. Aqui não há lugar para ti.

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O calor

Um dia, um conferencista, querendo explicar como é importante experimentar a realidade, contou um sonho que teve numa noite de Inverno. Disse: «Numa noite de Inverno, sonhei que Deus me levou a visitar três casas. Ao entrar na primeira, vi que todos os que ali se encontravam tremiam de frio, enquanto contemplavam um quadro na parede que representava uma fogueira. Na segunda casa, os

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O Bolo

Um cristão e um ateu encontraram-se à mesma mesa do restaurante. A conversa passou da meteorologia para o futebol, e parou na religião. O ateu afirmava categoricamente: — Eu não acredito em coisas que não entendo. Vós, os cristãos, respondeis frequentemente às nossas per- guntas acerca de Deus e da religião, dizendo que e um mistério, que não se pode compreender. Eu só aceito

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O melhor e o pior

O rei chamou um dos seus criados e disse-lhe: — Vai por todas as cidades e aldeias do meu reino e traz-me a coisa melhor que encontrares. Pouco tempo depois, o criado regressava com uma língua numa bandeja. E disse ao rei: — Majestade, a língua é a melhor coisa. Com ela os crentes louvam a Deus, os namorados falam de amor, os educadores

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A última andorinha

Era o momento das andorinhas regressarem através dos mares para as suas terras. Mas uma delas chegou tarde. Que fazer? Decidiu empreender viagem, sozinha. O sol brilhava com força. Depois de várias horas de voo, faltou-lhe o ânimo e começou a ficar esgotada. Decidiu então deixar-se cair nas águas e morrer. Nesse momento, viu outra andorinha que voava junto às águas do mar na

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