Contos Infantis




Um minuto

Uma criança, com voz tímida, perguntou ao pai quando este regressou do trabalho: — Pai, quanto é que ganhas por hora? O pai, num gesto severo, respondeu: — Escuta, meu filho, isso nem a tua mãe sabe. Não me aborreças que estou cansado. Mas o filho insistiu: — Mas, pai, por favor diz quanto ganhas por hora? A reacção do pai foi menos severa

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O Mais Alegre

Uma vez, organizou-se um concurso para ver quem era a pessoa mais alegre da aldeia. Quando chegou o momento de se apresentarem diante do júri, o primeiro passou todo o tempo às gargalhadas. Quando o júri disse que tinha perdido, ficou muito triste. O segundo contou várias anedotas. Mas, quando o júri disse que também tinha perdido, ficou muito aborrecido. O terceiro manteve um

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O Polgarzinho

Era uma vez um casal de lenhadores que vivia num país distante e que tinha sete filhos. O mais pequeno nasceu tão pequenino como o dedo polegar de uma mão e, por isso, chamavam-lhe Polegarzinho. Era uma família muito pobre e, naquele ano, não havia na floresta lenha para cortar. Cheio de pena o pai disse, certa noite, à mulher: -Os pobrezinhos dos nossos

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As cores de Maria

Conheci uma menina que tinha no nome uma cor: Rosa, mas não era apenas Rosa e um sobrenome, era Maria Rosa e um sobrenome que não me recordo agora, mas ela sempre dizia o nome completo. Aos seis aninhos, ela pulava, brincava e sorria o tempo todo, tipo comercial de gel dental, sabe? Faltava-lhe um dentinho, na arcada superior, mas pensa que ela ligava?

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O vidro partido

“Vamos brincar lá para baixo, para o pátio”, disse a Heidi à sua amiguinha Ivone. “Há lá espaço suficiente para podermos atirar com a bola para longe, e correr atrás dela”. A Ivone estava de acordo; por isso lá foram ambas pela escada abaixo, de mão dada. Era realmente um belo campo de jogos. A relva tinha sido cortada rente, e não havia pedras

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Natal no Hipermercado

Muito gostava o Rodrigo de ir à caixa de correio. Quando o Natal se aproximava, estava sempre tão cheia que alguns papéis coloridos ficavam entalados na fresta estreita e comprida. O rapaz puxava-os, mesmo antes de dar a volta à chave, no entusiasmo de descobrir coisas maravilhosas, que apetecia mesmo comprar. Subia no elevador com meia dúzia de envelopes brancos, sem graça nenhuma, e

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A lapa

Não vale de nada, bater à porta da casa da lapa. Ela comporta-se como se quisesse dizer: “Não estou em casa!” Não se consegue despegar a concha das rochas. Temos que esperar até que ela pense que nos fomos embora. Quando levanta um pouco a concha, para espreitar cá para fora, podemos meter rapidamente uma faca debaixo dela. Só assim conseguimos soltá-la. Mas estando

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A Bíblia

Era um homem simples, de sorriso sempre pronto para oferecer, disponível sem enfado para todos. Pelo seu exemplo de homem bom, muita gente vinha ter com ele a pedir conselhos. Falta dizer que era um homem sem grandes riquezas, para além do necessário para viver com dignidade. Sentia-se que era um homem feliz. O segredo da felicidade deste homem simpático e bom só foi

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Rainha da Primavera

Numa terra muito distante chamada Florislândia, havia todos os tipos de flores, de todas as idades e de todos os estilos. As mais velhas eram mais sábias e cuidavam das mais jovens, as mais novas costumavam ser mais vaidosas e viviam enfeitando suas pétalas. As flores mães cuidavam das tarefas do lar e dos filhos, os pais saíam para trabalhar nas plantações de novas

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O concurso

Uma vez, fez-se um concurso na escola infantil para ver quem era a criança mais carinhosa. Apresentaram-se muitas concorrentes. Uma delas, diante do júri, disse: — Eu ajudei um velhinho a atravessar a rua. Uma outra contou: Todos os dias, ao chegar da escola, dou um beijo à minha mãe. Uma outra relatou: — Um dia, o meu irmãozinho feriu-se e eu fiz-lhe o

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