Fábulas Infantis




cao-com-um-osso-animais-caes-pintado-por-laila-1018985 O Cão e o Osso

Uma vez um cão roubou um osso a um carniceiro. Depois fugiu pela rua abaixo a toda a velocidade, atravessou a aldeia e as colinas, e foi ter a uma ponte de madeira sobre um regato. Parou em cima dela, ofegante, para olhar a água limpa e mansa. E deu um pulo de espanto. A olhar para ele, debaixo da água, estava outro cão.

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galinha ovos de ouro A Galinha dos Ovos de Ouro

Tudo perde a Avareza Quando quer ganhar tudo. Para abono, só tomo essa Galinha Fabulosa, que punha os ovos de ouro. Crendo o dono que tinha No ventre dela um tesouro, Matou-a, abriu-a, e viu-a igual as outras, Que ovos comuns lhe punham. – Defraudou-se Do melhor bem que tinha Que lição para Mirras! N’esta era o vimos. Pobres d’ontem a hoje, Por sôfregos

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patinho feio O Patinho Feio

Numa bela tarde de Verão, a mãe pata vigiava sorridente os ovos da sua ninhada que estavam prestes a estalar: “Cric, crac”, fez o primeiro ovo. “Cric, crac”, fizeram, uns após outros, todos os ovos da ninhada. As cascas partiram e cinco belos patinhos amarelos saíram cá para fora. “Como sois belos!”, disse a mãe. Mas, faltava um ovo! Era maior e mais escuro

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lebre e porco espinho A Lebre e o Porco-Espinho

Numa clareira, junto a um campo de trigo, vivia uma família de porcos-espinhos e uma lebre. Numa bela manhã de sol, um porco-espinho saiu para dar um passeio no seu campo de nabos. A lebre, sua vizinha, teve a mesma ideia e saiu para vigiar o seu campo de reponhos. “Bom dia!”, disse o porco-espinho à lebre. “Bom dia, também para ti!”, respondeu-lhe a

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pinto careca Chanfrisco, o Pinto Careca

Chanfrisco era o nome daquele pintainho careca, do qual a minha avó costumava contar a sua história. Com apenas três dias e algumas horas, Chanfrisco era um pintainho diferente de todos os seus irmãos. Era aventureiro e desobediente às ordens da sua querida mãe. Esta tinha por hábito, todos os dias de manhãzinha, ir dar uma volta pela quinta, à procura de alguns bichitos

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gato O Gato das Botas

Há muito tempo atrás morreu um moleiro que tinha três filhos. Era pobre, mas deixou uma coisa para cada um. O mais velho herdou o moinho, o filho do meio um burro e o mais novo um gato. O mais velho tornou-se moleiro como o pai, o segundo partiu na garupa do burro à procura de fortuna e o mais novo sentou-se a chorar.

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la-cigarra A Cigarra e a Formiga

Num dia soalheiro de Verão, a Cigarra cantava feliz. Enquanto isso, uma Formiga passou por perto. Vinha afadigada, carregando penosamente um grão de milho que arrastava para o formigueiro. – Por que não ficas aqui a conversar um pouco comigo, em vez de te afadigares tanto? – Perguntou-lhe a Cigarra. – Preciso de arrecadar comida para o Inverno – respondeu-lhe a Formiga. – Aconselho-te

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cegonha e a tartaruga A Cegonha e a Tartaruga

- Vou partir para as terras quentes do sul – declarou a cegonha com visível orgulho. – Desde que anunciaram tempos difíceis, não penso noutra coisa. – Quem é que anunciou tempos difíceis? – perguntou a tartaruga num bocejo. – O boletim meteorológico. Falaram de vento, chuva, frio, enfim só coisas desagradáveis. Eu, sempre que posso, fujo do que me aborrece. – Foges? -

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ra e rato A Rã e o Rato

Quem quer embaçar os outros Muita vez fica embaçado; Afirmando esta sentença Merlim foi inspirado. Um rato, a estourar de gordo, Pois quaresmas não guardava, À margem de uma lagoa Seus pesares espalhava. Certa rã se lhe aproxima E lhe diz no seu calão; “Vinde a casa visitar-me; Dar-vos-ei uma função!” O rato aceita, de pronto, Sem cerimónia fazer; As vantagens do passeio Põe-se

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el-leon-y-el-raton O Leão e o Rato

O leão estava a dormir no seu covil em certa tarde de Verão, quando um rato lhe passou por cima do focinho e o acordou. O leão rosnou, furioso, e já ia esmagar o rato com a pata enorme quando: – Oh, poupai-me, senhor – guinchou o rato. – Na verdade, eu não mereço ser morto. Não vos fiz mal… e também não presto

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