Fábulas Infantis




O Verão tinha sido tão quente naquele ano, que as lagoas e os ribeiros secaram todos. Tudo se mirrava esbraseado pelo sol e não havia humidade em parte alguma.
Aflitas com a grande seca, não podendo viver assim, duas rãs decidiram ir à procura de qualquer sítio húmido ou de um charcozinho. E depois de muito andarem e de apanharem muito sol, deram com um poço fundo, onde brilhava água, lá em baixo.
– Achámos o que queríamos; água e frescura para vivermos – disse uma das rãs, preparando-se para descer ao poço. – E ainda para melhor num sítio oculto, em que ninguém dará por nós.
– Espera – replicou a outra. – Temos primeiro de pensar bem. Este poço é fundo; supõe que o sol continua a secar tudo e que o poço também seca. Como havemos nós de sair de lá de baixo se isso acontecer? Poderemos viver, só porque estamos num lugar bem escondido?
Assim, as duas rãs pensaram duas vezes antes de saltarem para o poço – como a prudência aconselhava.

As duas rãs - As Duas Rãs As Duas Rãs

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Uma tarde, andava um grande Touro passeando ao longo da água, e vendo-o a Rã tão grande, tocada de inveja, começou a comer, e a inchar-se com vento, e perguntava às outras rãs se era já tão grande como parecia? Responderam elas: Não!!! Pensa a Rã segunda vez, e põe mais força por inchar; e aborrecida por faltar muito para se igualar o Touro

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musicos bremen - Os Musicos de Bremem Os Musicos de Bremem

Era uma vez um burro que durante muitos anos tinha trabalhado para um moleiro, transportando pesados sacos de grão. Mas agora já estava velho e sem força. O seu patrão, pensando que o burro já não sevia para nada, nunca mais lhe deu de comer. O burro que não queria morrer à fome resolveu fugir. “Vor para Bremen, a cidade dos músicos!”, pensou. “Já

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comadre morte - A Morte e o desgraçado A Morte e o desgraçado

De feixes de Montano assoberbado Pobre Matteiro, que co’a carga verga Vinha gemendo, a passos mal seguros, Em busca da palhoça fumarenta. Mais nao podendo já, débil, anciado, Deita os feixes no chão, recorda penas. (Mat) Soube eu, desde que hei nascido, o que era gosto? Há quem mais pobre que eu, no mundo seja? Nunca hora de descanso, e o pão nem sempre!

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imagenes blancanieves g - História Da Branca E Os Sete Anões História Da Branca E Os Sete Anões

Colorir este desenho Há muito tempo, num reino distante, viviam um rei, uma rainha e sua filhinha, a princesa Branca de Neve. Sua pele era branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue e os cabelos pretos como o ébano. Um dia, a rainha ficou muito doente e morreu. O rei, sentindo-se muito sozinho, casou-se novamente. O que ninguém sabia é que

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ra e rato - A Rã e o Rato A Rã e o Rato

Quem quer embaçar os outros Muita vez fica embaçado; Afirmando esta sentença Merlim foi inspirado. Um rato, a estourar de gordo, Pois quaresmas não guardava, À margem de uma lagoa Seus pesares espalhava. Certa rã se lhe aproxima E lhe diz no seu calão; “Vinde a casa visitar-me; Dar-vos-ei uma função!” O rato aceita, de pronto, Sem cerimónia fazer; As vantagens do passeio Põe-se

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Um gato de nome Faro-Fino fez tais estragos na rataria de uma casa velha que os sobreviventes, sem coragem para saírem das tocas, estavam quase a morrer de fome. Tornando-se muitíssimo séria a situação, resolveram reunir-se em assembleia para o estudo da questão. Aguardaram para isso, e certa noite em que Faro-Fino andava pelos telhados, fazendo versos à lua. – Penso – disse um

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Era uma vez um rei que tinha doze filhos: onze rapazes e uma menina chamada Elisa. Eram crianças felizes. Passavam os seus dias a brincar no parque do castelo e na escola usavam lápis de diamante e quadros de ouro. Um dia a mãe morreu e, pouco tempo depois, o pai decidiu voltar a casar. A nova mulher tinha muitos ciúmes dos enteados e,

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aguia - A Águia e o Mocho A Águia e o Mocho

Puseram termo águia e mocho As antigas dissensões, A ponto de se abraçarem Em cordiais efusões. Ao firmar os compromissos Um invoca a fé real, Outro os foros comprovados De môcho honrado e leal. Por juramento prometem Poupar mutuamente os ninhos. Pergunta o pássaro triste: “Conheceis os meus filhinhos?” “nunca os vi (volve a rainha)”. Torna a ave de Minerva: “Ai de mim, míseros

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lecorbeauetlerenard 11 - A Raposa e o Corvo A Raposa e o Corvo

Um corvo que passeava pelo campo, apanhou um pedaço de queijo que estava no chão e fugiu, acabando por pousar sobre uma árvore. A raposa observando-o de longe sentiu uma enorme inveja e desejou de todo, comer-lhe o queijo. Assim pós-se ao pé da árvore e disse: Por certo que és formoso, e gentil-homem, e poucos pássaros há que te ganhem. Tu és bem-disposto

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