Fábulas Infantis




A Raposa e a Cegonha

Aconteceu um dia da comadre Raposa convidar a Cegonha para jantar. Com as manhas de matreira que é, preparou comida líquida, uma sopa e uma papa de sobremesa que escorreu em prato raso… A Cegonha fez de tudo para provar, picava o prato com o bico, mas nada! Voltou com fome pro ninho. Dali que resolveu bem resolvido pagar a Raposa com a mesma

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O Cavalo Encantado

Era uma vez, na Pérsia, um rei bom e justo, mas muito curioso! Um dia um nobre indiano apareceu-lhe numa festa com um cavalo de madeira. “Majestade”, disse-lhe, “esta é a invenção mais extraordinária de todos os tempos!” “O que é?”, perguntou o rei, curiosíssimo. “Um cavalo mágico capaz de o transportar para onde quiser num instante!” “E o que queres em troca?”, perguntou-lhe

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A Rã e o Touro

Uma tarde, andava um grande Touro passeando ao longo da água, e vendo-o a Rã tão grande, tocada de inveja, começou a comer, e a inchar-se com vento, e perguntava às outras rãs se era já tão grande como parecia? Responderam elas: Não!!! Pensa a Rã segunda vez, e põe mais força por inchar; e aborrecida por faltar muito para se igualar o Touro

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A flor, o cato e a abelha – história infantil cristã

Certa vez, na praça de uma pequena cidade, nasceu uma flor. Ela era linda, delicada e perfumava todo o ambiente. Porém, na correria do dia-a-dia, ninguém parava para prestar atenção nela. Na verdade, a flor, que ali nascera por engano, meio que sem querer, sentia-se muito solitária. Não demorou muito para ela perceber o efeito de tanto abandono. Sem água e sem cuidados, suas

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A Pomba e a Formiga

Enquanto a sede uma pomba Vê por um triste desastre Cair n’água uma formiga. Naquele vasto oceano A pobre luta, e braceja, E vir à margem da fonte Inutilmente deseja. A pomba, por ter dó dela, N’água uma ervinha lhe lança; Neste vasto promontório A triste salvar-se alcança. Na terra a põe uma aragem; E livre do precipício, Acha logo ocasião De pagar o

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O Ouro e os Sete Anões

Sete anões, chamados Sabichão, Rezingão, Sénior, Dunga, Chefe, Dengoso e Valente. A sua missão era proteger o ouro que se encontrava debaixo da terra da cobiça e ambição dos homens. Todos os dias iam trabalhar para a mina onde fabricavam bonitas jóias de ouro, com poderes mágicos, para que outros seres bondosos fizessem o bem. O Sabichão e o Sénior estavam a acabar um

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A Gaivota que não queria ser

Era uma vez uma gaivota que gostava de ser pomba. Dizia ela que as gaivotas não servem para nada, ao passo que as pombas sempre servem para alguma coisa. – Levam cartas, mensagens, avisos de um lado para o outro – explicava ela às outras gaivotas. – São as pombas ou os pombos-correios. – Também há quem as cozinhe com ervilhas – interrompeu-a uma

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As Duas Rãs

O Verão tinha sido tão quente naquele ano, que as lagoas e os ribeiros secaram todos. Tudo se mirrava esbraseado pelo sol e não havia humidade em parte alguma. Aflitas com a grande seca, não podendo viver assim, duas rãs decidiram ir à procura de qualquer sítio húmido ou de um charcozinho. E depois de muito andarem e de apanharem muito sol, deram com

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A Raposa sem rabo

Uma ladina Raposa Caiu em certa armadilha, (Que sempre as tece o Diabo!) E foi grande maravilha Ficar apenas sem rabo: Com tal perda envergonhada, De a coonestar busca a ideia; E as sócias vendo uma vez Juntas em grande assembleia, Lhes disse muito cortês: – Sabei que os cães destes sítios, – Que há dias tenho encontrado – Por esta campina toda, –

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A Águia e o Escaravelho

Uma lebre corria a não mais poder em direção à sua toca, fugindo à perseguição da águia. E em sua desabalada carreira, passou pela casa do escaravelho. Não era propriamente uma casa de segurança, mas, na falta de algo melhor, resolveu a fugitiva homiziar-se lá mesmo. Já se precipitava a águia sobre a frágil guarida, quando o escaravelho, com intenção de salvar a agora

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