Fábulas Infantis




gaivota A Gaivota que não queria ser

Era uma vez uma gaivota que gostava de ser pomba. Dizia ela que as gaivotas não servem para nada, ao passo que as pombas sempre servem para alguma coisa. – Levam cartas, mensagens, avisos de um lado para o outro – explicava ela às outras gaivotas. – São as pombas ou os pombos-correios. – Também há quem as cozinhe com ervilhas – interrompeu-a uma

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el-lobo-y-las-siete-cabritas-hermanos-grimm-visiticas.com_ Os Sete Cabritinhos

Era uma vez uma cabra, que morava com seus sete cabritinhos em uma linda casinha com quintal e jardim. Naquela manhã, estavam todos assistindo televisão antes de mamãe sair para o mercado, fazer compras: A notícia de última hora dizia: – Cuidado: há um lobo mau solto por aí. Foi visto pela última vez fugindo para perto do rio. Todos estamos trabalhando para caçá-lo,

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musicos bremen Os Musicos de Bremem

Era uma vez um burro que durante muitos anos tinha trabalhado para um moleiro, transportando pesados sacos de grão. Mas agora já estava velho e sem força. O seu patrão, pensando que o burro já não sevia para nada, nunca mais lhe deu de comer. O burro que não queria morrer à fome resolveu fugir. “Vor para Bremen, a cidade dos músicos!”, pensou. “Já

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carangueja e filha A Carangueja e a Filha

Madre Carangueja, um dia, Dizia à filha sua: “Que andar, meu Deus, é esse? Por que não vais direito?” “- Ó mãe, vós como ides? Andarei eu diferente Que anda a nossa família? Querer que eu ande direita Quando andam todos tortos!…” Razão tinha. É geral o poderio Do doméstico exemplo.


cao-com-um-osso-animais-caes-pintado-por-laila-1018985 O Cão e o Osso

Uma vez um cão roubou um osso a um carniceiro. Depois fugiu pela rua abaixo a toda a velocidade, atravessou a aldeia e as colinas, e foi ter a uma ponte de madeira sobre um regato. Parou em cima dela, ofegante, para olhar a água limpa e mansa. E deu um pulo de espanto. A olhar para ele, debaixo da água, estava outro cão.

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raposa-500px A Raposa sem rabo

Uma ladina Raposa Caiu em certa armadilha, (Que sempre as tece o Diabo!) E foi grande maravilha Ficar apenas sem rabo: Com tal perda envergonhada, De a coonestar busca a ideia; E as sócias vendo uma vez Juntas em grande assembleia, Lhes disse muito cortês: – Sabei que os cães destes sítios, – Que há dias tenho encontrado – Por esta campina toda, –

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lecorbeauetlerenard_11 A Raposa e o Corvo

Um corvo que passeava pelo campo, apanhou um pedaço de queijo que estava no chão e fugiu, acabando por pousar sobre uma árvore. A raposa observando-o de longe sentiu uma enorme inveja e desejou de todo, comer-lhe o queijo. Assim pós-se ao pé da árvore e disse: Por certo que és formoso, e gentil-homem, e poucos pássaros há que te ganhem. Tu és bem-disposto

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ZORRA-FABULA A Raposa e as Uvas

Certa raposa matreira, que andava à toa e faminta, ao passar por uma quinta, viu no alto da parreira um cacho de uvas maduras, sumarentas e vermelhas. Ah, se as pudesse tragar! Mas lá naquelas alturas não as podia alcançar. Então falou despeitada: – Estão verdes essas uvas. Verdes não servem pra nada! Como não cabem quatro mãos em duas luvas, há quem prefira

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cotovia A Cotovia e os Filhos

Uma idosa cotovia, Na meiga flórea estação, Foi mais tardia que as outras Na sua propagação; Entre um pingue seara; Que estava quase madura, Tinha arranjado o seu ninho E feito a sua postura; Já pelos ares se viam De novas aves cardumes, E inda os filhos da ronceira Estavam todos implumes. Já seca a seara estava, E o dono da sementeira, Vindo vê-la

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ra e rato A Rã e o Rato

Quem quer embaçar os outros Muita vez fica embaçado; Afirmando esta sentença Merlim foi inspirado. Um rato, a estourar de gordo, Pois quaresmas não guardava, À margem de uma lagoa Seus pesares espalhava. Certa rã se lhe aproxima E lhe diz no seu calão; “Vinde a casa visitar-me; Dar-vos-ei uma função!” O rato aceita, de pronto, Sem cerimónia fazer; As vantagens do passeio Põe-se

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