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a historia da raposa e as uvas

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ZORRA-FABULA A Raposa e as Uvas

Certa raposa matreira, que andava à toa e faminta, ao passar por uma quinta, viu no alto da parreira um cacho de uvas maduras, sumarentas e vermelhas. Ah, se as pudesse tragar! Mas lá naquelas alturas não as podia alcançar. Então falou despeitada: – Estão verdes essas uvas. Verdes não servem pra nada! Como não cabem quatro mãos em duas luvas, há quem prefira

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raposa A Raposa e a Cegonha

Aconteceu um dia da comadre Raposa convidar a Cegonha para jantar. Com as manhas de matreira que é, preparou comida líquida, uma sopa e uma papa de sobremesa que escorreu em prato raso… A Cegonha fez de tudo para provar, picava o prato com o bico, mas nada! Voltou com fome pro ninho. Dali que resolveu bem resolvido pagar a Raposa com a mesma

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lecorbeauetlerenard_11 A Raposa e o Corvo

Um corvo que passeava pelo campo, apanhou um pedaço de queijo que estava no chão e fugiu, acabando por pousar sobre uma árvore. A raposa observando-o de longe sentiu uma enorme inveja e desejou de todo, comer-lhe o queijo. Assim pós-se ao pé da árvore e disse: Por certo que és formoso, e gentil-homem, e poucos pássaros há que te ganhem. Tu és bem-disposto

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Fabula A Raposa e o Galo (8) A Raposa e o Galo

Era uma vez uma raposa muito esperta. Um dia, passeando, viu uma capoeira cheia de galinhas. Entrou lá dentro e comeu uma. Póh, poh poh poh, phóo… No dia seguinte a raposa construiu junto à capoeira uma casa. E dentro da casa escavou um túnel que ia dar à capoeira. E todas as noites comia uma galinha. Póh, poh poh poh, phóoo… Um belo

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raposa A Raposa e o Tambor

Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou: “Este deve conter muita carne e muita gordura.” Lançou-se sobre ele

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raposa e tambor A Raposa e o Tambor

Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou: “Este deve conter muita carne e muita gordura.” Lançou-se sobre ele

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raposa e busto A Raposa e o Busto

Era um busto famoso, um todo teatral… Por entre a multidão, o burro, esse animal Que não sabe julgar senão as aparências, Gabava da escultura as raras excelências. A raposa, porém, um tanto mais sabida, Aproxima-se e diz: “Não vi, por minha vida, Cabeça tão perfeita!… É mágoa verdadeira A falta que lhe faz lá dentro a mioleira!” Aos centos, pelo mundo, os homens

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menino Buchetino e o Bicho-Papão

Era uma vez um menino chamado Buchetino. Ele era muito preguiçoso.Um dia, ele pediu: -Mãeeeee, me dá um dinheiro! Ela respondeu: -Vai varrer a porta da igreja que você acha. Aí, ele com muita má vontade foi. E acabou achando. Então pensou: -O que é que eu posso comprar com este dinheiro? Acho que vou comprar bananas, pensou ele. -Não, não , bananas têm

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RAPOSA-E-O-BODE A Raposa e o Bode

O capitão raposo Ia caminhando ao lado Do seu amigo bode, D’alta armação dotado. Este não via um palmo Diante do nariz; Era formado aquele Nas burlas mais subtis. Ungidos pela sede, Lograram penetrar Num poço, cujas águas Sorveram a fartar. Disse o raposo ao bode: “O que fazer agora? Beber não foi difícil; E sim vir para fora. As tuas mãos e pontas

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coelho1 O Coelhinho Aventureiro

O Coelhinho Aventureiro, certo dia, saiu da sua casinha, que estava ao pé de um campo cheio de papoilas e, de mala na mão, com as suas gravatas nela guardadas, a escova dos dentes e uma muda limpa, partiu para ir conhecer o mundo. O Coelhinho Aventureiro andou toda a manhã sem encontrar vivalma. E chegou o meio-dia. – Bolas! -dizia para si o

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