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atividades de artes para o 4o ano do ensino fundamental

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A Aranha

Era uma vez uma velha aranha que recebeu a visita da sua jovem neta, vinda da cidade. Ao observar a teia, a neta, que era universitária, começou a dizer à avó que estava antiquada no seu modo de fazer as teias. Disse-lhe: — Avó, agora toda a gente fala das novas tecnologias, que é preciso modernizar-se. Tem de pensar em fazer reformas na sua

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Uiiiiii, que mãos tão sujas!

Eu conheço duas mãos, a Manela e a Marta; elas são duas irmãs que andam sempre juntinhas e que se ajudam muito uma à outra! Não passam uma sem a outra! Quando é preciso martelar um prego, a Manela segura no martelo e a Marta, no prego; quando é preciso lavar a cabeça, as duas esfregam muito bem o cabelo para este ficar cheiroso;

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De criança diferente a adulto consciente

Nasci e quando comecei a crescer, mamãe descobriu que havia algo diferente em mim. Os sons iam ficando cada vez mais distante e os médicos diziam que um dia eu não poderia mais ouvir o canto dos pássaros, o latido do cachorro, a música e nem mesmo a voz da mamãe. Fui crescendo como toda criança e um dia minha mãe me ensinou que

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Os Quatro Irmãos Habilidosos

Um pobre homem que, como não tinha nada para oferecer aos seus quatro filhos, pediu-lhes para irem mundo fora e aprenderem um ofício. Os quatro irmãos despediram-se do seu pai e partiram. Ao chegar a um cruzamento, decidiram separar-se, mas combinaram encontrar-se nesse mesmo lugar passados quatro anos. O irmão mais velho encontrou-se com um homem que lhe perguntou onde é que ele ia.

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João Bochechas

Era dois mil e cinco. O mundo apresentava-se às riscas e as pessoas comunicavam através do amor. As nuvens desfilavam em banda, assemelhando-se a algodão doce de feira. Era manhã de quinta-feira. O sol queimava a roupa das gentes, as praias enchiam-se de brincadeiras, e os piqueniques eram aos montes. O planeta parecia feliz. Aparentava estar de bem com a vida. E, nessa mesma

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Natal no Hipermercado

Muito gostava o Rodrigo de ir à caixa de correio. Quando o Natal se aproximava, estava sempre tão cheia que alguns papéis coloridos ficavam entalados na fresta estreita e comprida. O rapaz puxava-os, mesmo antes de dar a volta à chave, no entusiasmo de descobrir coisas maravilhosas, que apetecia mesmo comprar. Subia no elevador com meia dúzia de envelopes brancos, sem graça nenhuma, e

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O Cão e o Osso

Uma vez um cão roubou um osso a um carniceiro. Depois fugiu pela rua abaixo a toda a velocidade, atravessou a aldeia e as colinas, e foi ter a uma ponte de madeira sobre um regato. Parou em cima dela, ofegante, para olhar a água limpa e mansa. E deu um pulo de espanto. A olhar para ele, debaixo da água, estava outro cão.

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Os sapatos

Uma grande empresa americana de calçado desenvolveu um projeclo de exportação de sapatos para a índia. Para isso, enviou dois dos seus consultores a pontos diferentes desse imenso país. Esses técnicos deviam verificar as potencialidades da Índia se tornar num bom mercado para o produto a vender, os sapatos. Após alguns dias de investigações, um dos consultores enviou para a empresa um fax que

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As Estrelas do Mar

Um poeta foi para a praia à procura de inspiração para escrever um novo livro. Numa dessas caminhadas viu ao longe um jovem que se abaixava e apanhava alguma coisa na areia, que depois atirava ao mar. No dia seguinte, observou novamente o jovem a repetir a mesma cena. Apanhava algo que depois arremessava para a água do mar. Foi ter com ele e

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A Pressa

Uma vez, um Mestre de sabedoria olhou para a rua e viu um dos seus alunos a andar muito apressado, de um lado para o outro. Chamou-o e perguntou-lhe: — Haikel, já paraste hoje um momento esta manhã para olhar para o céu? Ele respondeu: — Não, Mestre. Continuou: — E já viste a estrada esta manhã? — Sim, Mestre. — E que vistes

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