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Como se hace una reseña de un cuento de terror

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A Fadinha Curiosa

Era uma vez, uma linda fada chamada Clarisse. Ela vivia na Fairyland, terra de muitos encantos e fantasia. As flores tinham vida própria e conversavam com as fadas, as nuvens eram de algodão doce para que as fadinhas pudessem se deliciar, os animais cantavam lindas músicas para alegrar os moradores e as árvores ajudavam a vigiar as crianças para que nada de mau lhes
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O Polipés

Era uma vez um Polipés que morava escondido no Atlântico. Tinha chegado à Terra por acaso, quando brincava no espaço com os seus amigos às escondidas por detrás dos asteróides. Um deles, de seu nome Sirion, que estava com mais pressa, arrastara-o para a Terra. Polipés não tinha tido outra escolha senão esconder-se numa gruta no fundo do oceano, pois desconhecia se poderia confiar
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Meninos de todas as cores

Era uma vez um menino branco chamado Miguel, que vivia numa terra de meninos brancos e dizia: É bom ser branco porque é branco o açúcar, tão doce, porque é branco o leite, tão saboroso, porque é branca a neve, tão linda. Mas certo dia o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos eram amarelos. Arranjou uma
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O Alforge

Este episódio aconteceu, evidentemente, no tempo em que os animais falavam. O macaco, todo vaidoso, disse: — Tenho quatro patas que são uma maravilha. Saltito de um lado para o outro. Não sou como o urso, um animal feio. O urso, orgulhoso, respondeu: — Eu vejo-me forte e bem proporcionado. Não sou como o elefante, aqui ao meu lado, que é um verdadeiro monstro.
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O estudo

Um velho chinês, rico mas analfabeto, tinha às suas ordens um músico cego. Disse ao seu empregado: — Já tenho setenta e três anos e continuo analfabeto. Poderia começar a estudar mas já é demasiado tarde. O músico sugeriu-lhe: — Por que não acende uma vela? Sem perceber o que o empregado músico queria dizer, o velho chinês, aborrecido, respondeu: — Como é que
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A Esponja

No tempo em que até as coisas mais simples falavam, uma esponja e um seixo duro encontraram-se precisamente dentro de um balde de água. A esponja, porque é esponja, começou a beber, a beber cada vez mais água até ficar toda ensopada e cheia de água. Estava mesmo satisfeita. O seixo, que alguém colocara no fundo do balde, não se sabe bem porquê, mantinha-se
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Dona Formiguinha

Pelo carreirinho fora A andar muito ligeira Vai a Dona Formiguinha Que é muito trabalhadeira. Nunca pára, nem se cansa, Seu celeiro quer encher Para comer no Inverno Quando estiver a chover. Cheiinha que nem um ovo A sua casinha está E no frio do Inverno Como é bom lá tomar chá. Como a Dona Formiguinha Vamos todos trabalhar P’ra depois dar de comer
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A janela

Um homem desesperava do amor de Deus. Um dia, enquanto vagueava pelas colinas que rodeavam a cidade, encontrou um pastor. Este, vendo-o aflito, perguntou-lhe. — Por que é que andas assim tão perturbado, amigo? — Sinto-me imensamente só. — Também eu ando só, mas não estou triste. — Talvez porque Deus te faz companhia! — Adivinhaste. — Eu, pelo contrário, não tenho a companhia
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Quitério Atrevido

O rapaz era esperto e atrevido. Quando, lá na aldeia, souberam que o rei vinha caçar àquela região, o rapaz decidiu: – Eu hei-de falar ao rei ou não me chame Quitério. E pôs-se a esperar pelo cortejo real, à beira da estrada. Mas o rei, que não era de pompas, apareceu a cavalo, sem escolta, vestido como qualquer um. Vendo o rapaz, que
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O Pinguim

Um camionista andava sempre pelas estradas da Europa a transportar mercadorias. Passava dias e noites longe da mulher e dos filhos. Muitas vezes sentia saudades dos familiares queridos. Um dia, ao chegar a casa, viu na sua mesa de cabeceira um pinguim de pelúcia com um bilhete colado que dizia «Eu amo o meu pai». Ficou profundamente emocionado. Colocou-o na cabine do camião e,
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