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Fabulas cortas sobre la prudencia

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As Duas Rãs

O Verão tinha sido tão quente naquele ano, que as lagoas e os ribeiros secaram todos. Tudo se mirrava esbraseado pelo sol e não havia humidade em parte alguma. Aflitas com a grande seca, não podendo viver assim, duas rãs decidiram ir à procura de qualquer sítio húmido ou de um charcozinho. E depois de muito andarem e de apanharem muito sol, deram com
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A Raposa e o Bode

O capitão raposo Ia caminhando ao lado Do seu amigo bode, D’alta armação dotado. Este não via um palmo Diante do nariz; Era formado aquele Nas burlas mais subtis. Ungidos pela sede, Lograram penetrar Num poço, cujas águas Sorveram a fartar. Disse o raposo ao bode: “O que fazer agora? Beber não foi difícil; E sim vir para fora. As tuas mãos e pontas
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Os pés sensíveis

No tempo em que todos andavam descalços, havia um chefe que tinha os pés sensíveis. Sofria muito quando tinha de caminhar sobre as pedras ou sobre o solo rochoso. Depois de ter pensado muito, tomou uma solene decisão. Chamou os seus guerreiros e disse-lhes: – Ide e parti para a caça. Deveis caçar todos os bisontes do país. Depois de os matarem, irei cobrir
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O Floco De Neve

Uma vez, um pássaro perguntou a uma pomba amiga quanto pesava um floco de neve. A pomba respondeu: — Nada. Não pesa mesmo nada. Por que me perguntas isso? O pássaro respondeu-lhe: — É que ando a pensar no que vi há pouco tempo. A pomba perguntou: — Que foi? Foi então que o pássaro contou o seguinte: — Estava eu pousado num ramo
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A Raposa e o Tambor

Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou: “Este deve conter muita carne e muita gordura.” Lançou-se sobre ele
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A Raposa e o Tambor

Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou: “Este deve conter muita carne e muita gordura.” Lançou-se sobre ele
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A Janela e a Montanha

A janela abria para a frente, para fora, para o ar lavado da montanha. Quem dormisse naquele quarto, ao saltar da cama, de manhã, abria a janela de dois batentes como se estivesse a respirar fundo. Enchia os pulmões de ar e os olhos de claridade. Era o primeiro exercício de ginástica. Podia ficar por aqui, de cotovelos sobre o parapeito, a apreciar a
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A Raposa e o Corvo

Um corvo que passeava pelo campo, apanhou um pedaço de queijo que estava no chão e fugiu, acabando por pousar sobre uma árvore. A raposa observando-o de longe sentiu uma enorme inveja e desejou de todo, comer-lhe o queijo. Assim pós-se ao pé da árvore e disse: Por certo que és formoso, e gentil-homem, e poucos pássaros há que te ganhem. Tu és bem-disposto
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A lenda do Pinheiro de Natal

Há muito, muito tempo, na noite de Natal, existiam três árvores junto do presépio: uma tamareira, uma oliveira e um pinheiro. Ao verem o Menino Jesus nascer, as três árvores quiseram oferecer-lhe um presente. A oliveira foi a primeira a oferecer, dando ao Menino Jesus as suas azeitonas. A tamareira, logo a seguir, ofereceu-lhe as suas doces tâmaras. Mas o pinheiro, como não tinha
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A Lebre e a Tartaruga

“Apostemos, disse à lebre A tartaruga matreira, Que eu chego primeiro ao alvo Do que tu, que és tão ligeira!” Dado o sinal da partida, Estando as duas a par, A tartaruga começa Lentamente a caminhar. A lebre, tendo vergonha De correr diante dela, Tratando uma tal vitória De pêta ou de bagatela, Deita-se, e dorme o seu pouco; Ergue-se, e põe-se a observar
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