literatura de cordel poemas curtos

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69cb590431680950800907bbc4b6717c O Barqueiro

Era uma vez um barqueiro que se ocupava todos os dias a transportar pessoas de uma margem do rio para outra. O rio era largo e com algumas dificuldades. Correntes, remoinhos perigosas e rochas no fundo. Um dia, teve um cliente muito especial. Era um senhor de ares altivos de intelectual, desses que sabem tudo. Enquanto o barco deslizava suavemente, o sábio perguntou ao

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circo O Último

Nossa Senhora, com o Menino Jesus ao colo, decidiu descer à terra e visitar um grupo de crentes reunidos na sua paróquia. Orgulhosos, formaram uma grande fila para lhe prestar homenagem. Um jovem poeta declamou belos poemas, um adulto mostrou as suas lindas pinturas, um cantor pegou na guitarra e cantou uma bela melodia, um pianista tocou uma peça de música clássica. E assim,

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musica6 A Expêriencia

Era uma vez um homem que, tendo passado umas lerias em Viena de Áustria, aproveitou o tempo para escutar concertos musicais, ficando verdadeiramente encantado. Ao chegar à sua terra, decidiu formar uma orquestra musical, um pouco ao estilo das que tinha visto em Viena. Ele próprio decidiu ser o director de orquestra. Para se preparar, leu muitos livros e escutou muitas conferências. Encheu a

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bart_and_santa__s_little_helper_by_thefightingmongooses-d340web Como o Zibo mereceu o seu salário

“Oh, papá, posso ficar com ele? E tão carinhoso e está em tão boa idade para ser treinado”, suplicou o Armando, insistentemente, segurando bem o cão. “Isso acredito eu, que ele seja um bichinho amoroso, mas nós não podemos alimentar um segundo cão”, respondeu o senhor Estêvão, com bastante firmeza. “Mas, pai, é que nós não podemos expulsar agora o pobre animal e deixá-lo morrer

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duende mercearia O Duende da Mercearia

Era uma vez um estudante, um autêntico estudante; vivia num sótão e não possuía nada. E era uma vez um merceeiro, um autêntico merceeiro; vivia no rés-do-chão e era dono do prédio inteiro. E foi por isso que o duende decidiu morar com o merceeiro. Além disso, todos os Natais recebia uma tigela de papa de aveia com um grande pedaço de manteiga lá

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farol-3946156 O Farol

Era uma vez um farol que estava num cabo junto ao mar. Sentia-se muito triste pois julgava que não servia para nada. Via os barcos a passarem no alto mar, e parecia-lhe que nenhum deles lhe ligava importância. Ele cada vez iluminava mais os seus faróis mas os barcos, ao verem a sua luz, afastavam-se. Bem desejava que se aproximassem dele para poder conversar

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Genio Hoje é seu dia de sorte!

Hoje é o seu dia de sorte! Conta-se que, em Bagdá, os invejosos murmuravam: Por que Aladim julga ser melhor do que nós? Ele é rico, casou-se com a filha do sultão, tem uma lâmpada maravilhosa… Pura sorte! Até os ministros conspiravam: -Eu também, se tivesse um génio a me servir… Ora, Aladim resolveu fazer uma experiência e chamou o sultão e o grão-vizir

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burro O Burro e o Leão

O burro andava muito feliz. Sentia-se o rei da criação, isto é, o rei das galinhas, dos patos e dos perus do quintal onde vivia. E também das cabras, dos porcos e das ovelhas, porque aquele quintal era muito povoado. Quando ele zurrava, todos fugiam. As zurradelas do burro, realmente, eram de tal força, que assustavam qualquer bichinho. Até o cão se afastava, em

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danca_arco_iris01 A dança do arco-íris

Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas,

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fire-in-house-hi O Salvador

Era uma vez uma menina órfã que vivia com a avó num segundo andar. Uma noite, houve fogo e a avó morreu. Os vizinhos chamaram os bombeiros. Entretanto, viram a menina na janela do primeiro andar a gritar por socorro. De repente, apareceu um homem com uma escada. Subiu à janela, cercada de chamas, agarrou na menina, desceu com ela ao colo, entregou-a a

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