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Maria padilha da estrada

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Bolacha Maria

Era uma vez uma bolacha Maria que disse que Maria, só Maria, não chegava. Queria ser, ao menos, Maria Emília. Bolacha Dona Maria Emília, com todo o respeito. As outras companheiras do pacote fizeram-lhe a vontade. Mas, quando uma bolacha Maria começa com exigências, oh! Oh! Nunca mais pára… — Pensando melhor, não dispenso os apelidos. Quero passar a ser tratada por Dona Maria
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Maria Papoila

Nos campos sem fim semeados de trigo havia um casebre e nele morava Maria Papoila. Era uma boa moça, amiga de toda a gente, com duas rosetas na cara, vermelhas como duas papoilas. De manhã à noitinha trabalhava curvada para a terra, alegremente cantava e assim ia passando a sua vida sem história. Até que certo dia lhe bateu à porta um criado real.
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A LINDA FOLHINHA DE OUTONO

Era uma vez uma folhinha que nasceu num dia ensolarado de Primavera, era a folhinha mais verdinha e bonita de um velho diospireiro, vivia presa num ramo da árvore com as suas irmãzinhas. Todos os dias a folhinha brincava com as suas irmãzinhas presas no ramo do velho diospireiro, bailavam ao sabor da brisa do vento e gargalhavam pela vida feliz que tinham. O
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A Pressa

Uma vez, um Mestre de sabedoria olhou para a rua e viu um dos seus alunos a andar muito apressado, de um lado para o outro. Chamou-o e perguntou-lhe: — Haikel, já paraste hoje um momento esta manhã para olhar para o céu? Ele respondeu: — Não, Mestre. Continuou: — E já viste a estrada esta manhã? — Sim, Mestre. — E que vistes
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Os Musicos de Bremem

Era uma vez um burro que durante muitos anos tinha trabalhado para um moleiro, transportando pesados sacos de grão. Mas agora já estava velho e sem força. O seu patrão, pensando que o burro já não sevia para nada, nunca mais lhe deu de comer. O burro que não queria morrer à fome resolveu fugir. “Vor para Bremen, a cidade dos músicos!”, pensou. “Já
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O Velho o Menino e o Burro

Num lugar que você sabe este fato aconteceu. As pessoas que eu descrevo, você talvez conheceu. E se você não se lembra, procure na consciência. Porque se houver semelhança, não é mera coincidência. O burrico vinha trotando pela estrada. De um lado vinha o velho, puxando o cabresto. Do outro vinha o menino, contente, que o dia estava fresquinho e o sol brilhava no
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A Panela de Ferro e a Panela de Barro

Panela de ferro propôs à de barro Que juntas fizessem pequena excursão; Mas esta escusou-se, julgando prudente Ficar no seu posto, juntinho ao fogão. “Um toque (diz ela) reduz a pedaços Meu todo argiloso, tão frágil e inerme; No entanto, a senhora não teme os embates, Pois é protegida de rija epiderme.” PANELA DE FERRO “Prometo-te amparo; irei afastando Os corpos que danos te
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Quando o Luís se escondeu no camião

O pai do Luís possuía um grande camião, com o qual percorria todo o país, transportando cargas gigantescas. Algumas vezes ele levava também o Luís. Punha o rapazinho na cabine do condutor, sentado ao seu lado. Que alegria, cada vez que isso acontecia! Um dia, ao ver o pai preparar se para partir, o Luís perguntou se também podia ir. “Papá, por favor deixa
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O Julgamento

Depois de uma vida simples, uma mulher morreu e encontrou-se a fazer parte de uma fila enorme de pessoas que desejavam entrar no Paraíso. A medida que se aproximava da porta, ia ouvindo mais claramente as palavras do Senhor. A um disse: — Tu socorreste-me quando estava ferido na estrada e levaste-me ao hospital. Entra no Paraíso. Disse a outro. — Tu fizeste um
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O Ateu

Era uma vez um sábio que se vangloriava de ser ateu. Além disso, era um grande anticlerical. Ria-se dos que acreditavam, dizendo que a religião continua a ser um ópio para consolar o povo ignorante e sofredor. Um dia, regressava a casa sozinho no seu carro por uma estrada deserta. Chovia torrencialmente e o carro despistou-se, deixando o condutor ferido e a sangrar muito
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