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Poemas sobre o dia do soldado

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Outras Histórias Relacionadas:

O Soldado João

Era uma vez um soldado chamado João. Vinha de sachar milho, de regar cravos, de semear couves e manjericos. Agora, toca a marchar, de espingarda ao ombro, mochila às costas, botas de cano, farda a rigor. Pelos campos fora, o soldado João era a vergonha dos batalhões. Trazia uma flor ao peito, punha as mãos nas algibeiras, coçava o nariz, não acertava o passo.
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A princesa Dos Sapatos Vermelhos

Um rei que tinha três filhas, todas elas muito bonitas. Dormiam juntas no mesmo quarto e com as camas umas ao lado das outras. O rei, que era muito desconfiado, fechava sempre a porta à chave, quando se iam deitar. Mas uma manhã, quando voltou a abri-la, descobriu com espanto que as solas dos sapatos da sua filha mais velha estavam gastas. Passado algum
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O Último

Nossa Senhora, com o Menino Jesus ao colo, decidiu descer à terra e visitar um grupo de crentes reunidos na sua paróquia. Orgulhosos, formaram uma grande fila para lhe prestar homenagem. Um jovem poeta declamou belos poemas, um adulto mostrou as suas lindas pinturas, um cantor pegou na guitarra e cantou uma bela melodia, um pianista tocou uma peça de música clássica. E assim,
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Menino-soldado

Nos belos olhos azuis do menino do Congo, a esperança naufragada procurava, ansiosamente, uma praia. Ele ainda não sabia que uma insaciável sede de lucro e de poder não parava de moer e de reduzir a pó o seu direito de viver e de ser feliz. O ouro e os diamantes, que feriam as mãos dos seus pais, nas minas, transformaram-se em armas para
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A Raposa e o Bode

O capitão raposo Ia caminhando ao lado Do seu amigo bode, D’alta armação dotado. Este não via um palmo Diante do nariz; Era formado aquele Nas burlas mais subtis. Ungidos pela sede, Lograram penetrar Num poço, cujas águas Sorveram a fartar. Disse o raposo ao bode: “O que fazer agora? Beber não foi difícil; E sim vir para fora. As tuas mãos e pontas
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Os pés sensíveis

No tempo em que todos andavam descalços, havia um chefe que tinha os pés sensíveis. Sofria muito quando tinha de caminhar sobre as pedras ou sobre o solo rochoso. Depois de ter pensado muito, tomou uma solene decisão. Chamou os seus guerreiros e disse-lhes: – Ide e parti para a caça. Deveis caçar todos os bisontes do país. Depois de os matarem, irei cobrir
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O Floco De Neve

Uma vez, um pássaro perguntou a uma pomba amiga quanto pesava um floco de neve. A pomba respondeu: — Nada. Não pesa mesmo nada. Por que me perguntas isso? O pássaro respondeu-lhe: — É que ando a pensar no que vi há pouco tempo. A pomba perguntou: — Que foi? Foi então que o pássaro contou o seguinte: — Estava eu pousado num ramo
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O Extraterrestre, o Feiticeiro e o Monstro

Uma vez, há muito, muito tempo, aconteceu algo de invulgar. Um extraterrestre, daqueles vulgares que estamos habituados a imaginar, visitou a Terra. Mas fê-lo com um propósito. Veio em busca da sua pomba que fugiu, enquanto o extraterrestre puxava lustro à sua nave. Chegou vestido de soldado, para não levantar suspeitas. Como era muito sociável, rapidamente encontrou um pequeno feiticeiro, mais ou menos da
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A Raposa e o Tambor

Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou: “Este deve conter muita carne e muita gordura.” Lançou-se sobre ele
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A Raposa e o Tambor

Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou: “Este deve conter muita carne e muita gordura.” Lançou-se sobre ele
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