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texto de ruth rocha faz muito tempo

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A lapa

Não vale de nada, bater à porta da casa da lapa. Ela comporta-se como se quisesse dizer: “Não estou em casa!” Não se consegue despegar a concha das rochas. Temos que esperar até que ela pense que nos fomos embora. Quando levanta um pouco a concha, para espreitar cá para fora, podemos meter rapidamente uma faca debaixo dela. Só assim conseguimos soltá-la. Mas estando

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O tempo

Era uma vez um camponês, pobre mas sábio, que trabalhava no campo com o filho. Um dia. o filho disse-lhe: — Pai, que desgraça! O nosso cavalo fugiu. O pai respondeu: — Por que chamas desgraça? E preciso dar tempo ao tempo. Poucos dias depois, o cavalo regressou e o rapaz quis montar no cavalo. Mas, por não estar acostumado, caiu ao chão e

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O encontro

Um jovem desejava encontrar-se com Deus. Um dia, ouviu no seu íntimo um convite: — Vai ao entardecer ao alto da montanha e eu, Deus, aí estarei. Logo de manhã muito cedo, pôs-se a caminho pois o trajecto era longo. Ao passar por um vale. viu vários camponeses a apagar um fogo. Ao verem o jovem, suplicaram-lhe: — Vem ajudar-nos a apagar o incêndio.

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Alfaiate Valente

Há muito, muito tempo, um alegre alfaiate de quem todos gostavam, porque era muito bom e generoso, ainda que as pessoas não o levassem muito a sério, porque era um grande gabarolas e tinha o hábito de exagerar quando contava as suas aventuras. Um certo dia, o alfaiate estava a coser, muito contente porque lhe tinham oferecido um bolo, que ia comer quando acabasse

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A areia

Dois amigos viajavam no deserto. Num determinado ponto da viagem, sentaram-se e um deles começou a discutir e deu uma bofetada ao companheiro. O outro, ofendido, sem nada dizer, escreveu na areia: «Hoje o meu melhor amigo bateu-me no rosto». Levantaram-se e continuaram a caminhada. Chegaram a um oásis e resolveram tomar banho. O que tinha sido esbofeteado começou a afogar-se, sendo salvo pelo

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O Descontentamento do Peixe Grande

Numa poça isolada do rio grande vivia uma colónia de peixinhos. Eram muito amigos uns dos outros e reinava a paz no local. Havia, no entanto, um peixe grande e orgulhoso que estragava um pouco essa harmonia. Resmungava quando os peixinhos se aproximavam dele e queria para si tudo o que havia de melhor. Um dia, um dos peixinhos, numa tentativa de se libertar

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Os Quatro Irmãos Habilidosos

Um pobre homem que, como não tinha nada para oferecer aos seus quatro filhos, pediu-lhes para irem mundo fora e aprenderem um ofício. Os quatro irmãos despediram-se do seu pai e partiram. Ao chegar a um cruzamento, decidiram separar-se, mas combinaram encontrar-se nesse mesmo lugar passados quatro anos. O irmão mais velho encontrou-se com um homem que lhe perguntou onde é que ele ia.

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A Paz Do Pescador

Um homem rico. numa manhã de sol, foi passear junto à praia. Viu um pescador que, depois de ter vendido todo o seu peixe, se recostou tranquilamente junto do seu barco. Calmamente, contemplava o mar e fumava o seu charuto. O rico aproximou-se dele e perguntou-lhe: — Por que não sais de novo a pescar? — Porque já pesquei hoje o suficiente. — Mas

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A Bela e a Cobra

Era uma vez um rei que tinha três filhas, uma das quais era muito formosa e ao mesmo tempo dotada de boas qualidades. Chamava-se Bela. O rei tinha sido muito rico, mas, por causa de um naufrágio, ficou completamente pobre. Um dia foi fazer uma viagem; antes porém perguntou às filhas o que queriam que ele lhes trouxesse. – Eu, disse a mais velha,

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Um minuto

Uma criança, com voz tímida, perguntou ao pai quando este regressou do trabalho: — Pai, quanto é que ganhas por hora? O pai, num gesto severo, respondeu: — Escuta, meu filho, isso nem a tua mãe sabe. Não me aborreças que estou cansado. Mas o filho insistiu: — Mas, pai, por favor diz quanto ganhas por hora? A reacção do pai foi menos severa

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