toalhas de banho em ponto cruz

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843c607493f75bc1283a0806379eed1f A areia

Dois amigos viajavam no deserto. Num determinado ponto da viagem, sentaram-se e um deles começou a discutir e deu uma bofetada ao companheiro. O outro, ofendido, sem nada dizer, escreveu na areia: «Hoje o meu melhor amigo bateu-me no rosto». Levantaram-se e continuaram a caminhada. Chegaram a um oásis e resolveram tomar banho. O que tinha sido esbofeteado começou a afogar-se, sendo salvo pelo

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lion A ambição

Era uma vez, um proprietário de terras muito ambicioso. Queria ser cada vez mais rico. Uma noite, apareceu-lhe uma personagem misteriosa que lhe disse: — Vou satisfazer o teu desejo de possuir cada vez mais propriedades. São teus os territórios que conseguires percorrer na caminhada ao longo de um dia. Mas com uma condição: tens de estar de volta e no ponto de partida

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raposa e busto A Raposa e o Busto

Era um busto famoso, um todo teatral… Por entre a multidão, o burro, esse animal Que não sabe julgar senão as aparências, Gabava da escultura as raras excelências. A raposa, porém, um tanto mais sabida, Aproxima-se e diz: “Não vi, por minha vida, Cabeça tão perfeita!… É mágoa verdadeira A falta que lhe faz lá dentro a mioleira!” Aos centos, pelo mundo, os homens

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How-To-Give-Your-Dog-a-Bath[1] O banho do Pepi

A segunda-feira era o dia da lavagem da roupa em casa da senhora Becker. Ela acendia o fogão, fervia toda a roupa e enxaguava-a em água fria. Depois de o trabalho estar terminado, sobrava sempre uma tina cheia de água quente com sabão. Um dia, a senhora Becker pensou que era pena deitar fora toda aquela barrela preciosa. Aquela água quente podia ser utilizada

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O botão O Botão

O marido, recém-casado, chega a casa ao fim do dia de trabalho e, suado, vai tomar banho. Ao pegar na camisa lavada para se vestir, reparou que lhe faltava um botão. Gritou para a jovem esposa: — Querida! Falta um botão na camisa. A esposa, lá de dentro da cozinha, respondeu com voz forte: — Veste outra! Ou cose tu o botão! Começou assim

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folha-1912 As Folhas

Dois pássaros estavam muitos felizes, sobre a mesma planta. Um mais acima e outro um pouco mais abaixo. Passado algum tempo, o que estava em cima disse ao outro: — Que lindas estas folhas verdes. O que estava mais abaixo respondeu irritado: — Estás cego? Não vês que são brancas? O de cima continuou: —Tu é que estás cego. São verdes e bem verdes.

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ra e rato A Rã e o Rato

Quem quer embaçar os outros Muita vez fica embaçado; Afirmando esta sentença Merlim foi inspirado. Um rato, a estourar de gordo, Pois quaresmas não guardava, À margem de uma lagoa Seus pesares espalhava. Certa rã se lhe aproxima E lhe diz no seu calão; “Vinde a casa visitar-me; Dar-vos-ei uma função!” O rato aceita, de pronto, Sem cerimónia fazer; As vantagens do passeio Põe-se

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floresta encantada A Floresta Enfeitiçada

Era uma vez um Gnomo que vivia nas profundezas de uma Floresta encantada. A sua única companhia, para além das árvores e das flores que cobriam a sua casinha, era um Gato preto. Um dia, estava o Gnomo a cuidar das suas plantas, quando apareceu o Gato com um ar muito preocupado: – Gnomo, Gnomo, nem imaginas o que aconteceu! – Porque estás tão

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soldado_joao (8) O Soldado João

Era uma vez um soldado chamado João. Vinha de sachar milho, de regar cravos, de semear couves e manjericos. Agora, toca a marchar, de espingarda ao ombro, mochila às costas, botas de cano, farda a rigor. Pelos campos fora, o soldado João era a vergonha dos batalhões. Trazia uma flor ao peito, punha as mãos nas algibeiras, coçava o nariz, não acertava o passo.

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rio A desastrada

A manhã estava cinzenta e nebulosa. Atravessámos uma pequena aldeia de carro. A certa altura, tivemos mesmo de acender os faróis. Passado pouco tempo, chegámos a uma pequena floresta que atravessámos tranquilamente, quando, de repente, a avó exclamou: “Olhem, há qualquer coisa no meio da estrada!” Imediatamente diminuímos a velocidade. “O que será?” perguntou a Ester, a nossa filha mais velha, estendendo a cabeça

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