Tag Archives: Filhos




Os Cisnes Selvagens

Era uma vez um rei que tinha doze filhos: onze rapazes e uma menina chamada Elisa. Eram crianças felizes. Passavam os seus dias a brincar no parque do castelo e na escola usavam lápis de diamante e quadros de ouro. Um dia a mãe morreu e, pouco tempo depois, o pai decidiu voltar a casar. A nova mulher tinha muitos ciúmes dos enteados e,

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O Pelicano

Era uma vez um pelicano, uma ave de bico comprido, que partiu à busca de alimento para os seus filhos. Uma serpente, escondida entre a ramagem, ao vê-la sair, aproximou-se do ninho onde dormiam os pequenos pelicanos. Mordeu-os a todos, um por um, passando os pobrezinhos do sono para a morte. Satisfeita, a serpente voltou para o seu esconderijo, a fim de gozar com

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O Sapateiro

Era uma vez, há muitos anos, um pobre sapateiro que tinha muitos filhos. Mas, no meio da sua pobreza, era alegre e feliz. Enquanto remendava os sapatos ou lhe punha as meias-solas, ia cantarolando. Naquele casa parece que era festa todos os dias. A sua esposa e os filhos sentiam-se felizes. Um dia, um vizinho rico, impressionado com a vida desse pobre sapateiro, pôs-lhe

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O Pinguim

Um camionista andava sempre pelas estradas da Europa a transportar mercadorias. Passava dias e noites longe da mulher e dos filhos. Muitas vezes sentia saudades dos familiares queridos. Um dia, ao chegar a casa, viu na sua mesa de cabeceira um pinguim de pelúcia com um bilhete colado que dizia «Eu amo o meu pai». Ficou profundamente emocionado. Colocou-o na cabine do camião e,

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A Cotovia e os Filhos

Uma idosa cotovia, Na meiga flórea estação, Foi mais tardia que as outras Na sua propagação; Entre um pingue seara; Que estava quase madura, Tinha arranjado o seu ninho E feito a sua postura; Já pelos ares se viam De novas aves cardumes, E inda os filhos da ronceira Estavam todos implumes. Já seca a seara estava, E o dono da sementeira, Vindo vê-la

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Os Olhos

Uma jovem mãe, na cozinha, preparava o jantar com a mente totalmente concentrada no que estava a fazer: preparar as batatas fritas. Estava a trabalhar com afinco precisamente para preparar um prato que as crianças apreciam muito. As batatas fritas eram o prato preferido dos seus filhos. A criança mais pequena, de quatro anos, tinha tido um intenso dia na escola infantil e contava

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Comadre Morte

Havia um homem que tinha tantos filhos, tantos que não havia ninguém na freguesia que não fosse compadre dele e vai a mulher teve mais um filho. Que havia do homem fazer? Foi por esses caminhos fora a ver se encontrava alguém que convidasse para compadre. Encontrou um pobrezito e perguntou-lhe se queria ser compadre dele. – Quero; mas tu sabes quem eu sou?

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O Ateu

Era uma vez um sábio que se vangloriava de ser ateu. Além disso, era um grande anticlerical. Ria-se dos que acreditavam, dizendo que a religião continua a ser um ópio para consolar o povo ignorante e sofredor. Um dia, regressava a casa sozinho no seu carro por uma estrada deserta. Chovia torrencialmente e o carro despistou-se, deixando o condutor ferido e a sangrar muito

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O Dragão Cor-De-Violeta

Era uma vez uma floresta enorme e muito antiga, onde moravam muitos animais, e todos viviam satisfeitos. Tinham tudo aquilo de que precisavam e não eram incomodados pelos homens, pois estes ainda não tinham descoberto esta floresta. Só evitavam a parte norte da floresta. Segundo uma antiga lenda, havia aí um terrível dragão cor-de-violeta que comia tudo o que lhe aparecia à frente. Nunca

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O Botão

O marido, recém-casado, chega a casa ao fim do dia de trabalho e, suado, vai tomar banho. Ao pegar na camisa lavada para se vestir, reparou que lhe faltava um botão. Gritou para a jovem esposa: — Querida! Falta um botão na camisa. A esposa, lá de dentro da cozinha, respondeu com voz forte: — Veste outra! Ou cose tu o botão! Começou assim

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