Tag Archives: Mãe




Uma visita nocturna divertida

A mãe estava sozinha em casa, com as crianças, havia já alguns dias. Uma amiga veio visitá-la, durante esse tempo, a fim de descansar um pouco naquela bela região de ar puro. A amiga da mãe foi cedo para a cama; pouco depois da criançada. Finalmente, veio também a mãe, que se foi deitar, sem fazer barulho, numa cama perto da da amiga. Das

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O Príncipe Sapo

Era uma vez um rei que não tinha filhos e tinha muita paixão por isso, e a mulher disse que Deus lhe desse um filho mesmo que fosse um sapo. Houve de ter um filhinho como um sapo; depois botaram as folhas a ver se havia quem o queria criar, mas ninguém se animava a vir. O rei, vendo que o sopito do filho

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As cebolas invulgares

O Alfredinho encontrou, no caminho, um cartuchinho de papel. Rapidamente, olhou à sua volta, para ver se vinha algum carro. Então dirigiu-se ao saquinho, agarrou nele, e voltou para a orla do prado. Ali, abriu o cartucho para ver o que continha. “Só cebolas!” exclamou decepcionado. “Duas cebolas castanhas. Vou levá-las à mãe. Talvez possa aproveitá-las para a sopa.” O Alfredo pós o pacote

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A Gata Borralheira

Há muito tempo, numa cidade longínqua, vivia um casal que só tinha uma filha, mas muito bonita e muito boa. Num inverno rigoroso a mãe morreu e, desde aquele dia, a vida da menina tornou-se muito triste; além disso, estava quase sempre sozinha, pois o pai era um comerciante rico muitas vezes ausente em viagem por países distantes. – Sei que estás muito desolada

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O vidro partido

“Vamos brincar lá para baixo, para o pátio”, disse a Heidi à sua amiguinha Ivone. “Há lá espaço suficiente para podermos atirar com a bola para longe, e correr atrás dela”. A Ivone estava de acordo; por isso lá foram ambas pela escada abaixo, de mão dada. Era realmente um belo campo de jogos. A relva tinha sido cortada rente, e não havia pedras

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A Trudi e o bolo de abóbora

“Trudi, Trudi!” chamou a Dona Bela. “Sim, mãe, estou aqui”, soou a resposta vinda da sala de estar. “Trudi, esta noite ainda tenho de dar um salto a casa da senhora Hintermann. Ela ainda não se pode levantar. Vou levar-lhe uma sopa quente. Não te faz diferença ficares um bocadinho sozinha em casa, não é verdade? Não me vou demorar. “Claro que não, mãe,”

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As penas que não se queriam deixar apanhar

O Marcos era um rapazinho curioso. Sempre que a mãe lhe dizia que não mexesse nisto ou naquilo, era exactamente isso que o atraia imediatamente. Ia sempre mexer onde menos devia. Certo dia, viu uma caixa no quarto da mãe. “O que é que há lá dentro?” perguntou à mãe. “Não mexas! Mostrar-te-ei assim que tiver ocasião”, foi a resposta. Então, mais uma vez,

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Uma Menina Sonhadora

Numa cidade do interior do rio grande do norte havia uma menina chamada claudiana. Claudiana tem muitos sonhos um deles é ser cardiologista mais sua mãe todos os dias diz para ela que é dificilíssimo mesmo asim ela sonha em fazer medicina claudiana tem 15 anos estudiosa ela fala para a mamãe que nunca vai desistir ela é uma menina especial muito alegre vive

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Onde estava a meia perdida?

Eram sete e meia da manhã, quando a Joaninha abriu a porta da cozinha, onde a mãe preparava o pequeno-almoço. Trazia num pé uma meia branca e uma sandália. O outro pé estava descalço e ela vinha com a outra sandália na mão. “Mãe”, disse a Joaninha, “eu procurei por toda a parte, mas não consigo encontrar a outra meia.” “Não sei o que

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O punho fechado

Era uma vez um menino que, na escola, tinha sempre fechado o punho da mão esquerda. Quando era interrogado pela professora, levantava-se e respondia mantendo o punho fechado. Escrevia com a mão direita, mas mantinha a mão esquerda sempre fechada. Um dia, a professora, também para responder aos seus alunos, perguntou-lhe: — Diz-me por que é que tens o punho da mão esquerda sempre

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