Histórias




Certa raposa matreira,
que andava à toa e faminta,
ao passar por uma quinta,
viu no alto da parreira
um cacho de uvas maduras,
sumarentas e vermelhas.
Ah, se as pudesse tragar!
Mas lá naquelas alturas
não as podia alcançar.
Então falou despeitada:
– Estão verdes essas uvas.
Verdes não servem pra nada!

Como não cabem quatro mãos em duas luvas,
há quem prefira desdenhar a lamentar.

ZORRA FABULA - A Raposa e as Uvas A Raposa e as Uvas

Certa raposa matreira, que andava à toa e faminta, ao passar por uma quinta, viu no alto da parreira um cacho de uvas maduras, sumarentas e vermelhas. Ah, se as pudesse tragar! Mas lá naquelas alturas não as podia alcançar. Então falou despeitada: – Estão verdes essas uvas. Verdes não servem pra nada! Como não cabem quatro mãos em duas luvas, há quem prefira

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desenho dora a aventureira fada vestido botas mochila estrela mapa colorido dibujos ideia criativa 1 - PÉ DE MOLECA PÉ DE MOLECA

Um salto e nada Dois saltos e um passo Num compasso impaciente Uma dança meio torta Uma boneca quase sem corda Um salto e plaft Um nariz escarlate Olhinhos desconfiados Saem desconcertados Levando consigo Pezinhos descalços


reporter oculta passa por agencia de encontros e conta tudo 1272915033447 615x300 - O encontro O encontro

Um jovem desejava encontrar-se com Deus. Um dia, ouviu no seu íntimo um convite: — Vai ao entardecer ao alto da montanha e eu, Deus, aí estarei. Logo de manhã muito cedo, pôs-se a caminho pois o trajecto era longo. Ao passar por um vale. viu vários camponeses a apagar um fogo. Ao verem o jovem, suplicaram-lhe: — Vem ajudar-nos a apagar o incêndio.

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crianca diferente - De criança diferente a adulto consciente De criança diferente a adulto consciente

Nasci e quando comecei a crescer, mamãe descobriu que havia algo diferente em mim. Os sons iam ficando cada vez mais distante e os médicos diziam que um dia eu não poderia mais ouvir o canto dos pássaros, o latido do cachorro, a música e nem mesmo a voz da mamãe. Fui crescendo como toda criança e um dia minha mãe me ensinou que

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estudando menino ler - O estudo O estudo

Um velho chinês, rico mas analfabeto, tinha às suas ordens um músico cego. Disse ao seu empregado: — Já tenho setenta e três anos e continuo analfabeto. Poderia começar a estudar mas já é demasiado tarde. O músico sugeriu-lhe: — Por que não acende uma vela? Sem perceber o que o empregado músico queria dizer, o velho chinês, aborrecido, respondeu: — Como é que

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poor girl - O Menino Pobre O Menino Pobre

Era uma vez, há muitos anos, um menino muito pobre que frequentava a igreja, levando sempre uma roupa muito remendada e uns sapatos gastos. Certo dia, um homem sem fé, que o via passar todos os domingos diante de sua casa, quis brincar com ele. Quando regressava da igreja, perguntou-lhe: — Olha lá, menino, tu acreditas mesmo em Deus? A criança respondeu: — Sim,

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4b7bbb69722937495869a08f9cb299ab - A Madeira A Madeira

Uma vez, um lenhador pegou no machado e foi ao bosque com a intenção de cortar uma árvore. Aproximou-se de uma grande e esbelta árvore e abateu-a cruelmente. Depois de ter caído ao chão, cortou-lhes os ramos. Depois levou-a para casa. Ao chegar, perguntou-lhe: — O que gostarias que eu fizesse de ti? A árvore, a chorar a sua desdita, respondeu: — Já que

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gata borralheira - A Gata Borralheira A Gata Borralheira

Há muito tempo, numa cidade longínqua, vivia um casal que só tinha uma filha, mas muito bonita e muito boa. Num inverno rigoroso a mãe morreu e, desde aquele dia, a vida da menina tornou-se muito triste; além disso, estava quase sempre sozinha, pois o pai era um comerciante rico muitas vezes ausente em viagem por países distantes. – Sei que estás muito desolada

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O BANQUETE - O Banquete O Banquete

Um dia, uma mulher vestida de trapos velhos percorreu a cidade pedindo esmola. Não teve sorte. Uns diziam-lhe palavras ofensivas, outros davam-lhe um pedaço de pão duro, outros atiravam-lhe pedras. Apenas um casal pobre que habitava num casebre a convidou a entrar, a sentar-se à mesa, servindo-lhe uma sopa quente e mais alguma coisa. A mendiga comeu, despediu-se com um sorriso e partiu. No

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O AROMA - O Aroma O Aroma

Uma filha, muito desanimada, contava à mãe as suas desgraças. Tudo lhe corria mal: no trabalho, na família, nos negócios. Depois de a ouvir atentamente, a sua mãe convidou-a a acompanhá-la à cozinha. Aí deu-lhe uma cenoura, um ovo e alguns grãos de café e disse-lhe: — Põe tudo isto a ferver durante alguns minutos. A filha obedeceu. No final, perguntou qual o significado de

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